{"id":2705,"date":"2024-10-16T00:00:00","date_gmt":"2024-10-16T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2705"},"modified":"2024-01-22T11:22:45","modified_gmt":"2024-01-22T11:22:45","slug":"santa-margarida-maria-alacoque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-margarida-maria-alacoque\/","title":{"rendered":"SANTA MARGARIDA MARIA ALACOQUE"},"content":{"rendered":"<p>Margarida Maria nasceu em 22 de julho de 1647, na modesta fam&iacute;lia Alacoque. Teve uma inf&acirc;ncia e uma juventude conturbadas. Enfrentou uma grave doen&ccedil;a que a manteve acamada por longo per&iacute;odo. Como nada na medicina curava o seu mal, Margarida, ent&atilde;o, prometeu a Nossa Senhora, entregar todos os seus dias a servi&ccedil;o de Deus, caso recuperasse a sa&uacute;de. Para sua pr&oacute;pria surpresa, logo retornou &agrave; sua vida normal. <\/p>\n<p>Assim, aos vinte e quatro anos de idade, entrou para a Ordem da Visita&ccedil;&atilde;o, fundada por S&atilde;o Francisco de Sales. Viveu tempos de ilumina&ccedil;&atilde;o e sofrimento, dialogando com o pr&oacute;prio Cristo, que lhe falava sobre o amor e devo&ccedil;&atilde;o &agrave; Eucaristia e ao Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o. As vis&otilde;es e mensagens de Margarida Maria apontavam para o Deus do amor e da salva&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Margarida sofreu a cr&iacute;tica dos religiosos de sua &eacute;poca, que n&atilde;o aceitavam suas experi&ecirc;ncias m&iacute;sticas. Coube ao padre jesu&iacute;ta Cl&aacute;udio de La Colombi&egrave;re esclarecer a veracidade das inten&ccedil;&otilde;es de Margarida. Aos poucos o culto ao Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus come&ccedil;ou a ser difundido tamb&eacute;m entre os fi&eacute;is. E foi assim que, depois de algum tempo, esta mensagem estava espalhada por todo o mundo cat&oacute;lico. <\/p>\n<p>Margarida Maria faleceu com apenas quarenta e tr&ecirc;s anos de idade. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o: <\/strong><br \/>Esta santa recebeu a miss&atilde;o de espalhar pelo mundo a devo&ccedil;&atilde;o ao Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o ofendido pela ingratid&atilde;o dos homens, que destru&iacute;a a no&ccedil;&atilde;o da miseric&oacute;rdia de Deus. Foi incompreendida e perseguida, tachada de vision&aacute;ria, hist&eacute;rica e alucinada, mas finalmente a for&ccedil;a da f&eacute; venceu e a mensagem de Margarida Maria resplendece hoje no mundo. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o: <\/strong><br \/>Senhor Jesus Cristo, que revelastes maravilhosamente as insond&aacute;veis riquezas de vosso Cora&ccedil;&atilde;o &agrave; Virgem Santa Margarida Maria, concedei-nos pelos seus merecimentos e &agrave; sua imita&ccedil;&atilde;o que, amando-vos em tudo e sobre todas as coisas, mere&ccedil;amos ter perp&eacute;tua morada no vosso mesmo Cora&ccedil;&atilde;o, V&oacute;s que viveis e reinais pelos s&eacute;culos dos s&eacute;culos. Am&eacute;m.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Margarida Maria nasceu em 22 de julho de 1647, na modesta fam&iacute;lia Alacoque. Teve uma inf&acirc;ncia e uma juventude conturbadas. Enfrentou uma grave doen&ccedil;a que a manteve acamada por longo per&iacute;odo. Como nada&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2708,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2705"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2705"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2705\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9956,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2705\/revisions\/9956"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2708"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2705"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2705"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2705"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}