{"id":2689,"date":"2024-10-25T00:00:00","date_gmt":"2024-10-25T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2689"},"modified":"2024-01-22T11:22:17","modified_gmt":"2024-01-22T11:22:17","slug":"santo-antonio-de-sant-anna-galvao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santo-antonio-de-sant-anna-galvao\/","title":{"rendered":"SANTO ANT\u00d4NIO DE SANT&#8217;ANNA GALV\u00c3O"},"content":{"rendered":"<p>O brasileiro Antonio de Sant&#8217;Anna Galv&atilde;o, nasceu em 1739, em Guaratinguet&aacute;, S&atilde;o Paulo. Quando tinha treze anos, Ant&ocirc;nio foi enviado para estudar com os jesu&iacute;tas. Desse modo, na sua vida estava plantada a semente da voca&ccedil;&atilde;o religiosa. Aos vinte e um anos, Ant&ocirc;nio deixa os jesu&iacute;tas e ingressa na Ordem Franciscana, no Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>Em 1768 foi nomeado pregador e confessor do convento das Recolhidas de Santa Teresa. Entre suas penitentes encontrou a Irm&atilde; Helena Maria do Sacramento, que tinha vis&otilde;es sobre a funda&ccedil;&atilde;o de um novo convento. Apesar das dificuldades, frei Galv&atilde;o e Irm&atilde; Helena fundaram, em fevereiro de 1774, o Recolhimento de Nossa Senhora da Concei&ccedil;&atilde;o da Divina Provid&ecirc;ncia. <\/p>\n<p>Entre dificuldades e persegui&ccedil;&otilde;es, frei Galv&atilde;o conseguiu manter e ampliar este convento, construindo inclusive uma igreja anexa ao pr&eacute;dio. Hoje o convento, em S&atilde;o Paulo, &eacute; patrim&ocirc;nio cultural da humanidade. Em 1811, a pedido do Bispo de S&atilde;o Paulo, fundou o Recolhimento de Santa Clara em Sorocaba. <\/p>\n<p>Com a sa&uacute;de enfraquecida recebeu autoriza&ccedil;&atilde;o especial para residir no Recolhimento da Provid&ecirc;ncia. Durante sua &uacute;ltima enfermidade, Frei Galv&atilde;o foi morar num pequeno quarto, ajudado pelas religiosas que lhe prestavam algum al&iacute;vio e conforto. Ele faleceu com fama de santidade aos 23 de dezembro de 1822. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o: <\/strong><br \/>Frei Galv&atilde;o foi chamado &#8220;Bandeirante de Cristo&#8221;, porque tinha na alma a grandeza, o arrojo e fortaleza de um verdadeiro bandeirante. Renunciou a uma brilhante situa&ccedil;&atilde;o no mundo para servir a Jesus Cristo. Cheio do esp&iacute;rito de caridade, n&atilde;o media sacrif&iacute;cios para aliviar os sofrimentos alheios. Foi considerado santo mesmo j&aacute; antes de sua morte. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o: <\/strong><br \/>Sant&iacute;ssima Trindade, Pai, Filho e Esp&iacute;rito Santo, eu Vos adoro, louvo e Vos dou gra&ccedil;as pelos benef&iacute;cios que me fizestes. Pe&ccedil;o-Vos, por tudo que fez e sofreu o Vosso servo Frei Ant&ocirc;nio de Sant&#8217;Anna Galv&atilde;o, que aumenteis em mim a f&eacute;, a esperan&ccedil;a e a caridade, e Vos digneis conceder-me a gra&ccedil;a que ardentemente almejo. Am&eacute;m.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O brasileiro Antonio de Sant&#8217;Anna Galv&atilde;o, nasceu em 1739, em Guaratinguet&aacute;, S&atilde;o Paulo. Quando tinha treze anos, Ant&ocirc;nio foi enviado para estudar com os jesu&iacute;tas. Desse modo, na sua vida estava plantada a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2692,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2689"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2689"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2689\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9965,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2689\/revisions\/9965"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2692"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2689"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2689"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2689"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}