{"id":2670,"date":"2024-11-04T00:00:00","date_gmt":"2024-11-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2670"},"modified":"2024-01-22T11:21:40","modified_gmt":"2024-01-22T11:21:40","slug":"sao-carlos-borromeu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-carlos-borromeu\/","title":{"rendered":"S\u00c3O CARLOS BORROMEU"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Carlos nasceu no castelo da fam&iacute;lia, pr&oacute;ximo de Mil&atilde;o, a 02 de outubro de 1538. O pai era o conde Gilberto Borromeu e a m&atilde;e era Margarida de M&eacute;dicis, a mesma casa da nobreza de grande influ&ecirc;ncia na sociedade e na Igreja. Carlos era o segundo filho do casal, e aos doze anos a fam&iacute;lia o entregou para servir &agrave; Deus, como era h&aacute;bito na &eacute;poca. <\/p>\n<p>Levou a s&eacute;rio os estudos diplomando-se em Direito Can&ocirc;nico, aos vinte e um anos de idade. Aos vinte e quatro anos j&aacute; era sacerdote e Bispo de Mil&atilde;o. Usando sua forma&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica, Carlos liderou uma reforma na organiza&ccedil;&atilde;o administrativa da Igreja. <\/p>\n<p>Conquistou a colabora&ccedil;&atilde;o de institui&ccedil;&otilde;es, das escolas, dos jesu&iacute;tas, dos capuchinhos e de muitos outros. Foi um dos maiores fundadores que a Igreja possuiu. Criou semin&aacute;rios e v&aacute;rios institutos de utilidade p&uacute;blica para dar atendimento e abrigo aos pobres e doentes, o que lhe proporcionou o t&iacute;tulo de &#8220;pai dos pobres&#8221;. <\/p>\n<p>Chegou o ano 1576 e com ele a peste. Mil&atilde;o foi duramente assolada. Carlos Borromeu visitava os contaminados, levando-lhes o sacramento e consolo, num trabalho incans&aacute;vel que lhe consumiu as energias. Tanto esfor&ccedil;o humano acabou consumindo sua sa&uacute;de. <\/p>\n<p>Morreu anos depois se dizendo feliz por ter seguido os ensinamentos de Cristo e poder se encontrar com ele de cora&ccedil;&atilde;o puro. Tinha apenas quarenta e seis anos de idade. <\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\"> Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong> A obra de Santo Borromeu, um dos santos mais importantes e mais queridos da Igreja, poderia ser resumida em duas palavras: dedica&ccedil;&atilde;o e trabalho. Oriundo da nobreza, Carlos Borromeu utilizou a intelig&ecirc;ncia not&aacute;vel, a cultura e o acesso &agrave;s altas elites de Roma para posicionar-se &agrave; frente, ao lado e at&eacute; abaixo dos pobres, doentes e, principalmente, das crian&ccedil;as.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong> Deus, nosso Pai, a exemplo de S&atilde;o Carlos Borromeu, abramos a nossa mente e o nosso cora&ccedil;&atilde;o ao vosso Esp&iacute;rito de Amor. Deixemo-nos converter pela vossa Palavra libertadora. Experimentemos a vossa ternura e a vossa bondade, mediante uma vida dedicada aos irm&atilde;os e fundamentada no vosso Evangelho. Por Cristo nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos nasceu no castelo da fam&iacute;lia, pr&oacute;ximo de Mil&atilde;o, a 02 de outubro de 1538. O pai era o conde Gilberto Borromeu e a m&atilde;e era Margarida de M&eacute;dicis, a mesma casa da&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2671,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2670"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2670"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2670\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10006,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2670\/revisions\/10006"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2671"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2670"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2670"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2670"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}