{"id":2652,"date":"2024-11-11T00:00:00","date_gmt":"2024-11-11T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2652"},"modified":"2024-01-22T11:21:18","modified_gmt":"2024-01-22T11:21:18","slug":"sao-martinho-de-tours","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-martinho-de-tours\/","title":{"rendered":"S\u00c3O MARTINHO DE TOURS"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Martinho nasceu na Hungria por volta do ano 316 e pertencia a uma fam&iacute;lia pag&atilde;. Seu pai era comandante do ex&eacute;rcito romano. Por curiosidade come&ccedil;ou a freq&uuml;entar uma Igreja crist&atilde;. Para evitar a convers&atilde;o do filho, o pai o alistou no ex&eacute;rcito, mas foi in&uacute;til. Martinho j&aacute; tinha sido escolhido por Jesus para tornar-se um homem santo. <\/p>\n<p>Foi nessa &eacute;poca que ocorreu o famoso epis&oacute;dio do manto. Diz a hist&oacute;ria que diante de um mendigo que passava frio, Martinho se comoveu e repartiu com ele seu manto. Na mesma noite, Martinho teve um sonho no qual Jesus apareceu a ele vestido com o manto doado. Foi o sinal para a convers&atilde;o do jovem. <\/p>\n<p>Fez-se batizar com 22 anos e tornou-se monge e disc&iacute;pulo de Santo Hil&aacute;rio. Mais tarde, em 360, Martinho fundou uma comunidade de monges. Mas logo eram tantos jovens religiosos que buscavam sua orienta&ccedil;&atilde;o, que Martinho construiu o primeiro mosteiro da Fran&ccedil;a. <\/p>\n<p>Martinho liderou ent&atilde;o a convers&atilde;o de muitos e muitos habitantes da regi&atilde;o rural. Com seus monges ele visitava as aldeias pag&atilde;s, pregava o evangelho, derrubava templos e &iacute;dolos e constru&iacute;a igrejas. Onde encontrava resist&ecirc;ncia fundava um mosteiro, operando muitos prod&iacute;gios em beneficio dos pobres e doentes que tanto amparava. <\/p>\n<p>Quando ficou vaga a diocese de Tours, em 371 o povo o aclamou para ser o Bispo. Martinho aceitou, apesar de resistir no in&iacute;cio. Mas n&atilde;o abandonou sua peregrina&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica, visitava todas as par&oacute;quias, zelava pelo culto e n&atilde;o desistiu de converter pag&atilde;os e exercer exemplarmente a caridade. Exerceu o bispado por vinte e cinco anos, vindo a falecer em novembro de 397. <\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Martinho despertou para a f&eacute; quando ainda menino e depois, mesmo soldado da cavalaria do ex&eacute;rcito romano, jamais abandonou os ensinamentos de Cristo. A sua vida foi uma verdadeira luta em favor do cristianismo. Existem quatro mil igrejas dedicadas a ele<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;&Oacute; Deus, que aos vossos pastores associastes S&atilde;o Martinho de Tours, animado de ardente caridade e da f&eacute; que vence o mundo, da&iacute;-nos, por sua intercess&atilde;o, perseverar na caridade e na f&eacute;, para participarmos de sua gl&oacute;ria. Por Nosso Senhor Jesus Cristo,<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Martinho nasceu na Hungria por volta do ano 316 e pertencia a uma fam&iacute;lia pag&atilde;. Seu pai era comandante do ex&eacute;rcito romano. Por curiosidade come&ccedil;ou a freq&uuml;entar uma Igreja crist&atilde;. Para evitar a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2660,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2652"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2652"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2652\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9983,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2652\/revisions\/9983"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2652"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2652"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2652"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}