{"id":2626,"date":"2024-11-22T00:00:00","date_gmt":"2024-11-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2626"},"modified":"2024-01-22T11:20:39","modified_gmt":"2024-01-22T11:20:39","slug":"santa-cecilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-cecilia\/","title":{"rendered":"SANTA CEC\u00cdLIA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Santa Cec&iacute;lia era de fam&iacute;lia romana pag&atilde;, nobre, rica e influente. Estudiosa, adorava estudar m&uacute;sica. Desde a inf&acirc;ncia era muito religiosa e fez voto secreto de virgindade. Por&eacute;m os pais armaram para ela um casamento. Ap&oacute;s as n&uacute;pcias, Cec&iacute;lia contou ao marido Valeriano que era crist&atilde; e do seu compromisso de castidade. <\/p>\n<p>O marido acatou o pedido de Cec&iacute;lia, mas pediu um sinal de que realmente seu voto era s&eacute;rio. Um dia, chegando em casa, viu Cec&iacute;lia rezando e um anjo ao seu lado. Imediatamente converteu-se ao cristianismo e junto com ele seu irm&atilde;o Tib&uacute;rcio. <\/p>\n<p>Entretanto a den&uacute;ncia de que Cec&iacute;lia era crist&atilde; chegou as autoridades romanas. Ela foi presa junto com seu marido e seu cunhado. Julgados, se recusaram a renegar a f&eacute;. Cec&iacute;lia foi levada para uma c&acirc;mara com ar quente para ser asfixiada. Na c&acirc;mara come&ccedil;ou a cantar incessantemente m&uacute;sicas de louvor a Deus e por este motivo e pelo dom de ouvir m&uacute;sicas vindas dos c&eacute;us, ficou consagrada como padroeira dos m&uacute;sicos. <\/p>\n<p>Finalmente, ap&oacute;s v&aacute;rias tentativas de execut&aacute;-los sem sucesso, os tr&ecirc;s foram decapitados. <\/p>\n<p>O corpo da virgem foi enterrado nas catacumbas romanas e no terreno do seu antigo pal&aacute;cio foi constru&iacute;da a igreja de Santa Cec&iacute;lia, onde era celebrada a sua mem&oacute;ria no dia 22 de novembro, j&aacute; no s&eacute;culo VI. Muitos anos depois constatou-se que o corpo de Cec&iacute;lia n&atilde;o tinha se corrompido.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Dentre as santas veneradas pela tradi&ccedil;&atilde;o da Igreja, Cec&iacute;lia &eacute; a que mais tem bas&iacute;licas em Roma e nenhuma outra conseguiu tantas igrejas em sua homenagem e mem&oacute;ria. Santa Cec&iacute;lia tamb&eacute;m &eacute; a padroeira dos m&uacute;sicos e dos cantores sagrados. A sua simplicidade e fidelidade ao Cristo marcaram seu nome na vida da f&eacute; crist&atilde;.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;&Oacute;, gloriosa Santa Cec&iacute;lia espelho de pureza e modelo de esposa crist&atilde;. Revesti-nos de inviol&aacute;vel confian&ccedil;a na miseric&oacute;rdia de Deus, pelos merecimentos infinitos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Dilatai o nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que, abrasados do amor de Deus, n&atilde;o nos desviemos jamais da salva&ccedil;&atilde;o eterna.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Cec&iacute;lia era de fam&iacute;lia romana pag&atilde;, nobre, rica e influente. Estudiosa, adorava estudar m&uacute;sica. Desde a inf&acirc;ncia era muito religiosa e fez voto secreto de virgindade. Por&eacute;m os pais armaram para ela&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2639,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2626"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2626"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2626\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9994,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2626\/revisions\/9994"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2639"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2626"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2626"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2626"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}