{"id":2581,"date":"2024-12-13T00:00:00","date_gmt":"2024-12-13T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2581"},"modified":"2024-01-22T11:19:10","modified_gmt":"2024-01-22T11:19:10","slug":"santa-luzia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-luzia\/","title":{"rendered":"SANTA LUZIA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>A devo&ccedil;&atilde;o a Santa Luzia faz parte da tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica, mas somente em 1894 descobriu-se uma inscri&ccedil;&atilde;o escrita em grego sobre um sepulcro em N&aacute;polis, confirmando a exist&ecirc;ncia da m&aacute;rtir de Siracusa. <\/p>\n<p>Desde o s&eacute;culo V os crist&atilde;os devotam a Luzia a prote&ccedil;&atilde;o as coisas que se referem a vis&atilde;o e aos olhos. Diz a antiga tradi&ccedil;&atilde;o oral que essa prote&ccedil;&atilde;o se deve ao fato de que ela teria arrancado os pr&oacute;prios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a f&eacute; em Cristo. <\/p>\n<p>Luzia pertencia a uma rica fam&iacute;lia napolitana de Siracusa. Sua m&atilde;e prometeu dar a filha como esposa a um jovem da corte local. Mas a mo&ccedil;a havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrim&ocirc;nio fosse adiado. <\/p>\n<p>A m&atilde;e, acometida com uma s&eacute;ria doen&ccedil;a, n&atilde;o queria abrir m&atilde;o do casamento da filha, mas ap&oacute;s uma peregrina&ccedil;&atilde;o ao t&uacute;mulo de Santa &Aacute;gueda, onde ficou curada, a m&atilde;e aceitou que a filha permanecesse virgem. <\/p>\n<p>Mas o noivo de Luzia, revoltado, denunciou a jovem para as autoridades romanas, acusando de ser crist&atilde;. O imperador Diocleciano, conhecido pela crueldade, tentou obrigar Luzia a prostituir-se, mas a jovem n&atilde;o submeteu-se. Cheio de raiva, os algozes assassinaram a jovem naquele mesmo lugar, cortando-lhe a garganta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong>Reflex&atilde;o<\/strong>: Santa Luzia, Virgem e M&aacute;rtir, que tanto agradastes ao Senhor, preferindo sacrificar a vida a lhe ser infiel, vinde em nosso aux&iacute;lio e por meio de vossa intercess&atilde;o livrai-nos de toda a enfermidade dos olhos e do perigo de perd&ecirc;-los. Possamos por vossa intercess&atilde;o passar a vida na paz do Senhor chegando um dia a v&ecirc;-lo com os olhos transfigurados na eterna p&aacute;tria dos c&eacute;us. Am&eacute;m!<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> A vida de Santa Luzia &eacute; a prova eloq&uuml;ente da grande influ&ecirc;ncia que tem, sobre o homem, a educa&ccedil;&atilde;o recebida na inf&acirc;ncia. &Eacute; certo que as impress&otilde;es, os ensinamentos e costumes que o homem leva da inf&acirc;ncia, s&atilde;o fatores importantes na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e influem poderosamente em toda a vida.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A devo&ccedil;&atilde;o a Santa Luzia faz parte da tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica, mas somente em 1894 descobriu-se uma inscri&ccedil;&atilde;o escrita em grego sobre um sepulcro em N&aacute;polis, confirmando a exist&ecirc;ncia da m&aacute;rtir de Siracusa. Desde&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2615,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2581"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2581"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2581\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10014,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2581\/revisions\/10014"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2615"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}