{"id":2578,"date":"2024-12-15T00:00:00","date_gmt":"2024-12-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2578"},"modified":"2024-01-22T11:19:04","modified_gmt":"2024-01-22T11:19:04","slug":"santa-nina-ou-cristiana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-nina-ou-cristiana\/","title":{"rendered":"SANTA NINA OU CRISTIANA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>No s&eacute;culo IV viveu a escrava Nina, que embora residisse em territ&oacute;rio pag&atilde;o, era uma devota convertida do cristianismo. Seu exemplo de vida era t&atilde;o fabuloso entre os pag&atilde;os que estes a chamavam de Cristiana, ou seja, a serva de Cristo. <\/p>\n<p>Sua hist&oacute;ria confunde dados hist&oacute;ricos e fict&iacute;cios. O certo &eacute; que Cristiana era muito procurada pelas pessoas que desejavam conforto espiritual e corporal. Uma das hist&oacute;rias sobre esta jovem nos conta que ela, procurada por uma senhora cuja filha estava gravemente enferma, rezou a Deus e fez com que a menina levantasse da cama sem sinal de dor ou enfermidade. <\/p>\n<p>Mas o grande fato da vida de Cristiana foi sua interven&ccedil;&atilde;o na vida de uma rainha da regi&atilde;o onde morava. A pobre escrava, reconhecida pelos seus dons de cura, foi levada a presen&ccedil;a da soberana, j&aacute; desenganada pelos m&eacute;dicos. Com uma profunda ora&ccedil;&atilde;o Cristiana clamou a Deus e logo a rainha j&aacute; estava recuperada. <\/p>\n<p>Tamb&eacute;m o rei, perdido durante uma tempestade na floresta, lembrou-se de Cristiana e de suas ora&ccedil;&otilde;es, e pediu ao Deus da jovem que o auxiliasse. A tempestade amainou e o rei pode retonar para casa. Nesse instante o rei sentiu a f&eacute; invadir seu cora&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>A partir da convers&atilde;o dos soberanos, toda a na&ccedil;&atilde;o foi progressivamente tomada pela f&eacute; crist&atilde;. Cristiana instru&iacute;a o povo, catequizando e ensinando a vida de f&eacute;. Depois de uma vida fecunda, Cristiana faleceu em 330.<\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong>Reflex&atilde;o:<\/strong> A santidade &eacute; uma voca&ccedil;&atilde;o de todo crist&atilde;o. O bom Deus nos permite que pessoas nos inspirem a vida crist&atilde;, mostrando-nos como &eacute; bonito e valioso seguir o caminho de Jesus. Santa Cristiana marcou a hist&oacute;ria da Igreja oriental com seus belos exemplos de bondade e alegria. Que ela nos inspire palavras e a&ccedil;&otilde;es, sobretudo para com os enfermos, os quais eram amados pela jovem santa.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> Deus de amor, guia-nos pelos caminhos da f&eacute; e concedei-nos, pela intercess&atilde;o de santa Cristiana, as virtudes necess&aacute;rias para o cuidado com os mais necessitados, sobretudo os enfermos e enfraquecidos. Por Cristo nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No s&eacute;culo IV viveu a escrava Nina, que embora residisse em territ&oacute;rio pag&atilde;o, era uma devota convertida do cristianismo. Seu exemplo de vida era t&atilde;o fabuloso entre os pag&atilde;os que estes a chamavam&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2609,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2578"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2578"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2578\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10016,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2578\/revisions\/10016"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2578"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2578"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2578"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}