{"id":2577,"date":"2024-12-16T00:00:00","date_gmt":"2024-12-16T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2577"},"modified":"2024-01-22T11:19:01","modified_gmt":"2024-01-22T11:19:01","slug":"santa-adelaide","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-adelaide\/","title":{"rendered":"SANTA ADELAIDE"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Adelaide nasceu em 931, filha do rei da Borgonha. Casou cedo com o rei Lot&aacute;rio, na It&aacute;lia. Mas tr&ecirc;s anos depois ficou vi&uacute;va. Seu marido foi morto numa batalha. O rei advers&aacute;rio enviou Adelaide para a pris&atilde;o, onde sofreu maus tratos terr&iacute;veis. <\/p>\n<p>Contudo ajudada por amigos leais, conseguiu a liberdade. Viajou para a Alemanha para pedir o apoio do imperador Oton. Esse, al&eacute;m de lhe devolver a corte, casou-se com ela. Assim, tornou-se a imperatriz Adelaide, caridosa, piedosa e amada pelos s&uacute;ditos. <\/p>\n<p>Mas o infort&uacute;nio a acompanhava. Ficou vi&uacute;va de novo e passou a ajudar o filho, Oton II, no governo. Mas o filho casou-se com uma imperatriz grega, Teof&acirc;nia, maldosa e ciumenta, que passou a perseguir a rainha, at&eacute; conseguir que ela fosse exilada. Fugiu para Roma, mas a preocupa&ccedil;&atilde;o com o seu reino n&atilde;o a abandonava. Lembrava dos pobres que precisavam de seu aux&iacute;lio. <\/p>\n<p>Alguns anos depois o filho arrependeu-se e mandou buscar sua m&atilde;e. Adelaide se reconciliou com filho e a paz voltou ao reino. Entretanto o imperador morreria logo depois. Teof&acirc;nia, sua nora, agora regente, pretendia matar a sogra. S&oacute; n&atilde;o morreu, porque Teof&acirc;nia foi assassinada antes, quatro semanas depois de assumir o governo. <\/p>\n<p>Adelaide se tornou a imperatriz regente da Alemanha. Administrou com justi&ccedil;a, solidariedade e piedade. Nos &uacute;ltimos anos de vida Adelaide foi para o convento beneditino na Als&aacute;cia. Morreu ali com oitenta e seis anos de idade, no dia 16 de dezembro de 999. <\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong>Reflex&atilde;o:<\/strong> A vida de Santa Adelaide emociona pelos sofrimentos que passou. De rainha tornou-se prisioneira, sofreu maus tratos e passou por diversas priva&ccedil;&otilde;es, para depois, finalmente assumir um imp&eacute;rio. Tudo isso dentro da honestidade, vivendo uma exist&ecirc;ncia piedosa, de muita humildade e extrema caridade para com os pobres e doentes.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> Fa&ccedil;a, Senhor Deus, nosso Pai, que aspiremos incansavelmente ao descanso que nos preparastes em vosso reino. Dai-nos for&ccedil;as e intelig&ecirc;ncia nesta vida, para suportarmos as agruras que nos rodeiam; para promovermos o bem e a justi&ccedil;a e servirmos nossos irm&atilde;os. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Adelaide nasceu em 931, filha do rei da Borgonha. Casou cedo com o rei Lot&aacute;rio, na It&aacute;lia. Mas tr&ecirc;s anos depois ficou vi&uacute;va. Seu marido foi morto numa batalha. O rei advers&aacute;rio enviou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2600,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2577"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2577"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2577\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10017,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2577\/revisions\/10017"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2600"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2577"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2577"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2577"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}