{"id":2405,"date":"2015-01-17T00:00:00","date_gmt":"2015-01-17T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/ano-missionario-salvatoriano\/"},"modified":"2015-01-17T00:00:00","modified_gmt":"2015-01-17T00:00:00","slug":"ano-missionario-salvatoriano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/ano-missionario-salvatoriano\/","title":{"rendered":"ANO MISSION\u00c1RIO SALVATORIANO"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>[imagem1]V&atilde;o e anunciem a Boa Not&iacute;cia&hellip; (Mc 16,15)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">com o tema:&nbsp;<strong>&ldquo;A miss&atilde;o do Salvador &eacute; nossa paix&atilde;o&rdquo;<\/strong>&nbsp;, estamos iniciando neste s&aacute;bado (17 de janeiro) o&nbsp;Ano Mission&aacute;rio Salvatoriano, que se estender&aacute; at&eacute; 08 de dezembro de 2015. O Ano Mission&aacute;rio Salvatoriano &eacute; um tempo de gra&ccedil;a para todos os salvatorianos e salvatorianas. Antes que tudo, porque este ano foi proposto pelo Papa Francisco para ser o Ano da Vida Consagrada, e tamb&eacute;m porque neste ano tamb&eacute;m celebraremos o 125&ordm; anivers&aacute;rio do envio dos primeiros salvatorianos e salvatorianas &agrave; miss&atilde;o de Assam, no nordeste da &Iacute;ndia.&nbsp;(1)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estes eventos importantes s&atilde;o um convite a viver nossa voca&ccedil;&atilde;o com paix&atilde;o e a dar testemunho da beleza de nosso seguimento de Jesus, nas diferentes formas em que se desenvolve a nossa vida. A centralidade de nossa voca&ccedil;&atilde;o salvatoriana consiste em testemunhar a Jesus Salvador e em fazer todo o necess&aacute;rio para que todos O conhe&ccedil;am, amem e se tornem seus disc&iacute;pulos. N&oacute;s existimos para viver permanentemente esta miss&atilde;o. &Eacute; uma miss&atilde;o que brota de nossa experi&ecirc;ncia de f&eacute;, ao responder o mandato de Jesus de&nbsp;<em>&ldquo;ir pelo mundo inteiro e anunciar a Boa Not&iacute;cia para toda a humanidade&hellip; e de ser suas testemunhas at&eacute; os extremos da terra&rdquo;<\/em>&nbsp;(cf. Mc 16, 15; Atos 1,8). Como religiosos e religiosas somos chamados a despertar o mundo com nosso testemunho e com nossa presen&ccedil;a nas periferias geogr&aacute;ficas e existenciais do mundo de hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste sentido a ocasi&atilde;o do Ano Mission&aacute;rio Salvatoriano tem como primeiro objetivo ser uma grata mem&oacute;ria dos primeiros religiosos e religiosas salvatorianos que compreenderam o carisma mission&aacute;rio de Francisco Jordan. Estes homens e mulheres, procedentes de lugares diferentes, ainda que conscientes de suas &ldquo;debilidades e fragilidades&rdquo;, se tornaram portadores do fogo que ardia no cora&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lico de Jordan. Para todos eles e elas, o carisma salvatoriano tem sido o norte e a perspectiva no qual eles viveram sua vida. Desde estes in&iacute;cios &#8211; como um fogo que acende outros fogos &#8211; a miss&atilde;o salvatoriana se propagou a todos os continentes do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um segundo objetivo, &eacute; a oportunidade que o Senhor nos oferece de reavivar nossa voca&ccedil;&atilde;o missionaria na Igreja e no mundo, como aut&ecirc;nticas <em>&ldquo;testemunhas da salva&ccedil;&atilde;o&rdquo;<\/em> de acordo ao nosso carisma. Ainda que o &ldquo;ano mission&aacute;rio salvatoriano&rdquo; &eacute; uma interpela&ccedil;&atilde;o dirigida a todos, todavia se dirige particularmente aos jovens religiosos e religiosas salvatorianos. A eles e elas se dirige o chamado de ir ao encontro dos mais necessitados, o chamado de transmitir um anuncio de alegria e esperan&ccedil;a a todas aquelas realidades marcadas pela pobreza material e espiritual. Nosso pai espiritual, Francisco Jordan, por in&uacute;meras vezes tem nos indicado esta exig&ecirc;ncia de n&atilde;o dar-nos por satisfeitos at&eacute; que todos e em todos os lugares conhe&ccedil;am a bondade e o amor de Deus que salva. A miss&atilde;o salvatoriana n&atilde;o &eacute; somente um fundamento que foi colocado no passado e que se vai sendo esquecido com o passar do tempo. A miss&atilde;o salvatoriana se mant&eacute;m viva, se alimenta e se aprofunda continuamente, mediante as a&ccedil;&otilde;es cotidianas da vida de tantos salvatorianos e salvatorianas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sigamos em frente, porque a miss&atilde;o deste modo compreendida como paix&atilde;o e compaix&atilde;o &eacute; o centro da vida do salvatoriano e da salvatoriana. Ontem, hoje e sempre somos todos chamados a irradiar o fogo do carisma de Francisco Jordan, expressando com grande vivacidade que &ldquo;a miss&atilde;o do salvador &eacute; nossa paix&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O logo do Ano Mission&aacute;rio Salvatoriano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[imagem2] O ano de 2015 ser&aacute; o Ano Mission&aacute;rio Salvatoriano por diversas raz&otilde;es intr&iacute;nsecas &agrave; hist&oacute;ria de nosso carisma e da Sociedade do Divino Salvador e de nosso carisma salvatoriano. Este logo,&nbsp;(2)acompanhado por um lema, quer visualizar de maneira direta e em igual perspectiva quais s&atilde;o os elementos centrais deste evento t&atilde;o significativo para todos os membros da grande Fam&iacute;lia Salvatoriana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Um primeiro elemento que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; a figura do Divino Salvador. Ele &eacute; o ponto de partida de nossa miss&atilde;o como membros da Fam&iacute;lia Salvatoriana. Como fez com seus disc&iacute;pulos, o Salvador tamb&eacute;m envia a cada um de n&oacute;s a anunciar a Boa Not&iacute;cia da salva&ccedil;&atilde;o a todos os povos e a utilizar de todos os meios que o amor ao Salvador nos inspira. Somos chamados a tornar conhecido o Deus Salvador em todos os recantos do mundo, por&eacute;m de maneira especial nas periferias geogr&aacute;ficas, sociais, e culturais, nas quais se encontram as pessoas mais empobrecidas e necessitadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mist&eacute;rio da miss&atilde;o salvatoriana se revela na Cruz. Esta dimens&atilde;o era t&atilde;o importante ao nosso Fundador, que ele a incluiu em seu nome religioso: &ldquo;Francisco Maria da Cruz&rdquo;. Em sua mensagem aos primeiros\/as mission&aacute;rios\/a disse claramente que fossem proclamar o amor de Deus que se revela no &#8220;crucificado&#8221;. E, em repetidas ocasi&otilde;es, disse tamb&eacute;m que as grandes obras de Deus florescem &agrave; sombra da cruz. Por isso, a cruz tem um lugar central no logo, como que abra&ccedil;ando toda a realidade de nossa miss&atilde;o salvatoriana. Esta cruz que expressa o amor de Deus Pai, revelado por Jesus Salvador, &eacute; um dos aspectos mais importantes de nossa espiritualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do outro lado da figura do Divino Salvador, ao lado esquerdo e &agrave; sombra da cruz, se pode ver o famoso ret&aacute;bulo do Irm&atilde;o Eg&iacute;dio salvatoriano Roeder (1865-1928) no qual Pe. Francisco Jordan, envia alguns de seus melhores confrades &agrave;quela que foi a primeira miss&atilde;o salvatoriana na regi&atilde;o de Assam, nordeste da &Iacute;ndia. Este parece ser um gesto simples, mas se trata de um evento que expressa aquele &eacute; um dos fundamentos da identidade mission&aacute;ria salvatoriana. Pe. Francisco Jordan n&atilde;o teve medo das dificuldades ou obst&aacute;culos, em formar, animar e enviar seus filhos e filhas espirituais a tornar conhecido Jesus Salvador e a proclamar as Palavras de Vida Eterna &agrave; todos os povos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente se observa na parte inferior do logo, diferentes rostos de pessoas que pertencem a um dos tr&ecirc;s ramos da Fam&iacute;lia Salvatoriana. Se pode ver rostos de religiosas, religiosos e leigos salvatorianos que atuam em diferentes continentes, nos quais desenvolvem com grande entusiasmo seus apostolados, ou seja, trabalhar com pessoas de todas as idades, de todas as realidades sociais e culturais, sempre inspirados no esp&iacute;rito dos ap&oacute;stolos, conforme a recomenda&ccedil;&atilde;o de Pe. Francisco Jordan dirigida a todos os seus filhos e filhas espirituais. Que ontem, hoje e sempre a miss&atilde;o do Salvador seja a nossa paix&atilde;o!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">____________________________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(1)&nbsp;No ano de 1890, da cidade de Roma Francisco Jordan enviou os primeiros mission&aacute;rios\/as salvatorianos\/as &agrave; vasta regi&atilde;o de Assam, na &Iacute;ndia. No dia 17 de janeiro foi enviado o primeiro grupo: Pe. Otto Hopfenm&uuml;ller, Pe. &Acirc;ngelo Maria M&uuml;nzloher, Ir. Mariano Schumm e Ir. Jos&eacute; B&auml;chle. No dia 12 de dezembro um segundo grupo: Pe. Jo&atilde;o Evangelista de Jesus e Maria Gruchot, Pe. Ign&aacute;cio Bethan, Pe. Mateus Baukhage, Ir. Ciro Disclafoni, Ir. Escol&aacute;stica da Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o Hopfenm&uuml;ller, Ir. Benedita de Jesus Ruderich e Ir. Lorenza da Auxiliadora Heilmeier.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(2)&nbsp;Os autores do logo do Ano Mission&aacute;rio s&atilde;o o Pe. Elvis Jos&eacute; Alzola Pinto, SDS (Vicariato de Venezuela) e o Sr. Giuseppe Rogolino (CIDS de It&aacute;lia).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; [imagem1]V&atilde;o e anunciem a Boa Not&iacute;cia&hellip; (Mc 16,15) com o tema:&nbsp;&ldquo;A miss&atilde;o do Salvador &eacute; nossa paix&atilde;o&rdquo;&nbsp;, estamos iniciando neste s&aacute;bado (17 de janeiro) o&nbsp;Ano Mission&aacute;rio Salvatoriano, que se estender&aacute; at&eacute; 08&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2509,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2405"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2405"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2405\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2509"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2405"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2405"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2405"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}