{"id":2219,"date":"2015-05-10T00:00:00","date_gmt":"2015-05-10T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/papa-manifesta-gratidao-e-afeto-a-todas-as-maes\/"},"modified":"2015-05-10T00:00:00","modified_gmt":"2015-05-10T00:00:00","slug":"papa-manifesta-gratidao-e-afeto-a-todas-as-maes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/papa-manifesta-gratidao-e-afeto-a-todas-as-maes\/","title":{"rendered":"Papa manifesta gratid\u00e3o e afeto a todas as m\u00e3es"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">[imagem1]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste domingo, Dia das M&atilde;es, o Papa enalteceu mais uma vez o valor da maternidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois da ora&ccedil;&atilde;o do Regina Caeli, Francisco recordou &ldquo;com gratid&atilde;o e afeto todas as m&atilde;es&rdquo;. E se dirigiu &agrave; multid&atilde;o perguntando se havia m&atilde;es na Pra&ccedil;a. Ao ouvir as respostas, pediu um aplauso a todas elas e fez votos de que a salva de palmas abrace todas as m&atilde;es &#8211; as que vivem conosco fisicamente, mas tamb&eacute;m espiritualmente &ndash; e que recebam a prote&ccedil;&atilde;o de Nossa Senhora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em in&uacute;meras ocasi&otilde;es em homilias, discursos e catequeses, o Papa falou do elo que une a m&atilde;e a seu filho. &ldquo;S&atilde;o elas que testemunham a beleza da vida&rdquo;, disse na catequese de janeiro deste ano, citando o Arcebispo Oscar Arnulfo Romero, que dizia que as m&atilde;es vivem um &ldquo;mart&iacute;rio materno&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o Pont&iacute;fice, a m&atilde;e d&aacute; a sua vida pouco a pouco, no sil&ecirc;ncio da vida quotidiana. &ldquo;Ser m&atilde;e n&atilde;o significa somente colocar um filho no mundo, mas &eacute; tamb&eacute;m uma escolha de vida. O que escolhe uma m&atilde;e, qual &eacute; a escolha de vida de uma m&atilde;e? A escolha de vida de uma m&atilde;e &eacute; a escolha de dar a vida. E isto &eacute; grande, &eacute; bonito.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eis o que disse na Audi&ecirc;ncia Geral de 18 de setembro de 2013: &ldquo;Quando um filho cresce, torna-se adulto, caminha com as pr&oacute;prias pernas, faz o que quer e, &agrave;s vezes, pode at&eacute; sair do caminho. Em todas as situa&ccedil;&otilde;es, a m&atilde;e tem sempre a paci&ecirc;ncia de continuar a acompanhar os filhos. O que a impele &eacute; a for&ccedil;a do amor; a m&atilde;e sabe acompanhar com discri&ccedil;&atilde;o e ternura o caminho dos filhos e at&eacute; quando erram procura sempre o modo de os compreender, para estar pr&oacute;xima, para ajudar. N&oacute;s &mdash; na minha terra &mdash; dizemos que a m&atilde;e sabe &laquo;dar la cara&raquo;. Que significa? Quer dizer que a m&atilde;e sabe &laquo;dar a cara&raquo; pelos pr&oacute;prios filhos, ou seja, &eacute; levada a defend&ecirc;-los sempre. Penso nas m&atilde;es que sofrem pelos filhos na pris&atilde;o, ou em situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis: n&atilde;o se perguntam se s&atilde;o culpados ou n&atilde;o, continuam a am&aacute;-los e muitas vezes sofrem humilha&ccedil;&otilde;es, mas n&atilde;o t&ecirc;m medo, n&atilde;o deixam de se doar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m&atilde;e sabe tamb&eacute;m pedir, bater a todas as portas pelos pr&oacute;prios filhos, sem calcular. E penso no modo como as m&atilde;es sabem bater, tamb&eacute;m e sobretudo, &agrave; porta do Cora&ccedil;&atilde;o de Deus! As m&atilde;es rezam muito pelos seus filhos, especialmente pelos mais fr&aacute;geis, por quantos enfrentam maiores necessidades, por aqueles que na vida empreenderam caminhos perigosos ou errados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma semana antes, utilizando uma de suas express&otilde;es preferidas, Francisco definiu uma &ldquo;boa m&atilde;e&rdquo; aquela que ajuda os filhos a sair de si mesmos, a n&atilde;o permanecer comodamente debaixo das asas maternas, como uma ninhada debaixo das asas da galinha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As m&atilde;es &ndash; recordou na ocasi&atilde;o &#8211; &nbsp;s&atilde;o o ant&iacute;doto mais forte contra o propagar-se do individualismo ego&iacute;sta. &ldquo;&rsquo;Indiv&iacute;duo&rsquo; quer dizer &lsquo;que n&atilde;o se pode dividir&rsquo;. As m&atilde;es, ao contr&aacute;rio, &lsquo;dividem-se&rsquo;, a partir do momento que hospedam um filho para o dar &agrave; luz e fazer crescer. S&atilde;o elas, as m&atilde;es, que mais odeiam a guerra, que mata os seus filhos. Uma sociedade sem m&atilde;es seria uma sociedade desumana, porque as m&atilde;es sabem testemunhar sempre, mesmo nos piores momentos, a ternura, a dedica&ccedil;&atilde;o, a for&ccedil;a moral.&rdquo;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: R&aacute;dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &nbsp; Neste domingo, Dia das M&atilde;es, o Papa enalteceu mais uma vez o valor da maternidade. Depois da ora&ccedil;&atilde;o do Regina Caeli, Francisco recordou &ldquo;com gratid&atilde;o e afeto todas as m&atilde;es&rdquo;. 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