{"id":2177,"date":"2015-05-23T00:00:00","date_gmt":"2015-05-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/7-dia-de-oracao-pela-unidade-dos-cristaos\/"},"modified":"2015-05-23T00:00:00","modified_gmt":"2015-05-23T00:00:00","slug":"7-dia-de-oracao-pela-unidade-dos-cristaos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/7-dia-de-oracao-pela-unidade-dos-cristaos\/","title":{"rendered":"7\u00ba dia de ora\u00e7\u00e3o pela unidade dos crist\u00e3os"},"content":{"rendered":"<h3>[imagem1]<\/h3>\n<h3>&ldquo;D&aacute;-me de beber&rdquo;&nbsp; (Jo&atilde;o 4,7)<\/h3>\n<p>Os crist&atilde;os deveriam estar confiantes de que a atitude de encontrar e partilhar experi&ecirc;ncias com o outro, mesmo com outras tradi&ccedil;&otilde;es religiosas, pode nos transformar e nos ajudar a mergulhar nas profundezas do po&ccedil;o. O ato de nos aproximarmos daqueles que para n&oacute;s s&atilde;o estrangeiros, com o desejo de beber de seu po&ccedil;o, nos abre para as &ldquo;maravilhas de Deus&rdquo; que proclamamos. No deserto, o povo de Deus ficou sem &aacute;gua e Deus enviou Mois&eacute;s e Aar&atilde;o para tirar &aacute;gua da rocha. Da mesma maneira, Deus muitas vezes atende a nossas necessidades atrav&eacute;s de outros. Quando pedimos ao Senhor em nossas necessidades, como fez a samaritana ao pedir a Jesus &ldquo;Senhor, d&aacute;-me desta &aacute;gua&rdquo;, talvez o Senhor j&aacute; tenha respondido a nossas preces colocando nas m&atilde;os daqueles que&nbsp; est&atilde;o pr&oacute;ximos aquilo que pedimos. Assim, precisamos tamb&eacute;m nos voltar para eles e pedir &ldquo;D&aacute;-me de beber&rdquo;.<\/p>\n<p>&Agrave;s vezes a resposta a nossas necessidades j&aacute; est&aacute; na vida e na boa vontade das pessoas &agrave; nossa volta. Do povo guarani do Brasil aprendemos que, em sua l&iacute;ngua, n&atilde;o existe palavra equivalente ao termo &ldquo;religi&atilde;o&rdquo; como algo separado do resto da vida. A express&atilde;o que eles costumam usar significa literalmente &ldquo;nosso bom modo de ser&rdquo; (&ldquo;&ntilde;ande teko katu&rdquo;). Essa express&atilde;o se refere ao sistema cultural por inteiro, o que inclui a religi&atilde;o. A religi&atilde;o, portanto, &eacute; parte do sistema cultural guarani, bem como o seu modo de pensar e ser (teko). Isso se relaciona com tudo que melhora e desenvolve a comunidade e conduz ao seu &ldquo;bom modo de ser&rdquo; (teko katu). O povo guarani nos faz lembrar que o cristianismo no in&iacute;cio foi chamado &ldquo;o Caminho&rdquo; (Atos 9,2). &ldquo;O caminho&rdquo; ou &ldquo;nosso bom modo de ser&rdquo; &eacute; o modo de Deus trazer harmonia a todas as partes da nossa vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quest&otilde;es para reflex&atilde;o:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Como sua compreens&atilde;o e sua experi&ecirc;ncia de Deus t&ecirc;m sido enriquecidas pelo encontro com outros crist&atilde;os?<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li>O que as comunidades crist&atilde;s podem aprender da sabedoria ind&iacute;gena e de outras tradi&ccedil;&otilde;es religiosas em sua regi&atilde;o?<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ora&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Deus da vida, que cuidas de toda a cria&ccedil;&atilde;o e nos chamas para a justi&ccedil;a e a paz,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">que a nossa seguran&ccedil;a n&atilde;o venha das armas, mas do respeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que a nossa for&ccedil;a n&atilde;o seja de viol&ecirc;ncia, mas de amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que a nossa riqueza n&atilde;o esteja no dinheiro, mas na partilha.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que o nosso caminho n&atilde;o seja o da ambi&ccedil;&atilde;o, mas o da justi&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que a nossa vit&oacute;ria n&atilde;o venha da vingan&ccedil;a, mas do perd&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que a nossa unidade n&atilde;o esteja na busca por poder, mas no vulner&aacute;vel testemunho da tua vontade.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Com abertura e confian&ccedil;a, possamos defender a dignidade de toda a cria&ccedil;&atilde;o, partilhando, hoje e sempre, o p&atilde;o da solidariedade, da justi&ccedil;a e da paz.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Isso te pedimos em nome de Jesus, teu santo Filho, nosso irm&atilde;o, que, como v&iacute;tima de nossa viol&ecirc;ncia, mesmo do alto da cruz, deu a n&oacute;s todos o perd&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Am&eacute;m.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(adaptado de uma prece de uma confer&ecirc;ncia ecum&ecirc;nica no Brasil, onde se pedia pelo fim da pobreza como um primeiro passo no caminho da paz atrav&eacute;s da justi&ccedil;a)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>&nbsp;Pontif&iacute;cio Conselho para a Promo&ccedil;&atilde;o da Unidade dos Crist&atilde;os e&nbsp;Comiss&atilde;o F&eacute; e Constitui&ccedil;&atilde;o do Conselho Mundial de Igrejas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &ldquo;D&aacute;-me de beber&rdquo;&nbsp; (Jo&atilde;o 4,7) Os crist&atilde;os deveriam estar confiantes de que a atitude de encontrar e partilhar experi&ecirc;ncias com o outro, mesmo com outras tradi&ccedil;&otilde;es religiosas, pode nos transformar e nos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2422,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2177"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2177"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2177\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2422"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2177"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2177"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2177"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}