{"id":21552,"date":"2023-11-24T20:04:27","date_gmt":"2023-11-24T20:04:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=21552"},"modified":"2023-11-24T20:04:28","modified_gmt":"2023-11-24T20:04:28","slug":"santo-andre-dung-lac-presbitero-e-companheiros-martires-memoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santo-andre-dung-lac-presbitero-e-companheiros-martires-memoria\/","title":{"rendered":"Santo Andr\u00e9 Dung-Lac, presb\u00edtero, e companheiros m\u00e1rtires, Mem\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<p>A cruz de nosso Senhor Jesus Cristo deve ser a nossa gl\u00f3ria: nele est\u00e1 nossa vida e ressurrei\u00e7\u00e3o; para os salvos, como n\u00f3s, ela \u00e9 poder de Deus (Gl 6,14; 1Cor 1,18).<\/p>\n\n\n\n<p><em>Andr\u00e9 foi p\u00e1roco e mission\u00e1rio no Vietn\u00e3, onde nasceu em 1795. Deu testemunho de Cristo, por meio do mart\u00edrio, em 1839. A ele se associam, nesta mem\u00f3ria, um grupo de outros 116 crist\u00e3os, entre leigos, bispos e padres, que, em terras vietnamitas, entre os s\u00e9culos 18 e 19, pagaram com a vida sua f\u00e9. Que a ousadia e o sangue desses m\u00e1rtires fortale\u00e7am os crist\u00e3os que ainda hoje s\u00e3o perseguidos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Primeira Leitura:&nbsp;<strong>1 Macabeus 4,36-37.52-59<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Leitura do primeiro livro dos Macabeus \u2013&nbsp;<sup>36<\/sup>Naqueles dias, Judas e seus irm\u00e3os disseram: \u201cNossos inimigos foram esmagados. Vamos purificar o lugar santo e reconsagr\u00e1-lo\u201d.&nbsp;<sup>37<\/sup>Todo o ex\u00e9rcito ent\u00e3o se reuniu e subiu ao monte Si\u00e3o.&nbsp;<sup>52<\/sup>No vig\u00e9simo quinto dia do nono m\u00eas, chamado Casleu, do ano cento e quarenta e oito, levantaram-se ao romper da aurora&nbsp;<sup>53<\/sup>e ofereceram um sacrif\u00edcio, conforme a Lei, sobre o novo altar dos holocaustos que haviam constru\u00eddo.&nbsp;<sup>54<\/sup>O altar foi novamente consagrado ao som de c\u00e2nticos, acompanhados de c\u00edtaras, harpas e c\u00edmbalos, na mesma \u00e9poca do ano e no mesmo dia em que os pag\u00e3os o haviam profanado.&nbsp;<sup>55<\/sup>Todo o povo prostrou-se com o rosto em terra para adorar e louvar a Deus, que lhes tinha dado um feliz triunfo.&nbsp;<sup>56<\/sup>Durante oito dias, celebraram a dedica\u00e7\u00e3o do altar, oferecendo com alegria holocaustos e sacrif\u00edcios de comunh\u00e3o e de louvor.&nbsp;<sup>57<\/sup>Ornaram com coroas de ouro e pequenos escudos a fachada do templo. Reconstru\u00edram as entradas e os alojamentos, nos quais colocaram portas.&nbsp;<sup>58<\/sup>Grande alegria tomou conta do povo, pois fora reparado o ultraje infligido pelos pag\u00e3os.<sup>&nbsp;59<\/sup>De comum acordo com os irm\u00e3os e toda a assembleia de Israel, Judas determinou que os dias da dedica\u00e7\u00e3o do altar fossem celebrados anualmente com alegres festejos, no tempo exato, durante oito dias, a partir do dia vinte e cinco do m\u00eas de Casleu. \u2013 Palavra do Senhor.<\/p>\n\n\n\n<p>Salmo Responsorial:&nbsp;<strong>1Cr 29<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Queremos celebrar o vosso nome glorioso.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. Bendito sejais v\u00f3s, \u00f3 Senhor Deus,&nbsp;\u2020&nbsp;Senhor Deus de Israel, o nosso pai,&nbsp;\/&nbsp;desde sempre e por toda a eternidade!&nbsp;\u2013 R.<\/p>\n\n\n\n<p>2. A v\u00f3s pertencem a grandeza e o poder,&nbsp;\u2020&nbsp;toda a gl\u00f3ria, esplendor e majestade,&nbsp;\/&nbsp;pois tudo \u00e9 vosso: o que h\u00e1 no c\u00e9u e sobre a terra!&nbsp;\u2013 R.<\/p>\n\n\n\n<p>3. A v\u00f3s, Senhor, tamb\u00e9m pertence a realeza,&nbsp;\u2020&nbsp;pois sobre a terra, como rei, vos elevais!&nbsp;\/&nbsp;Toda gl\u00f3ria e riqueza v\u00eam de v\u00f3s!&nbsp;\u2013 R.<\/p>\n\n\n\n<p>4. Sois o Senhor e dominais o universo,&nbsp;\u2020&nbsp;em vossa m\u00e3o se encontra a for\u00e7a e o poder,&nbsp;\/&nbsp;em vossa m\u00e3o tudo se afirma e tudo cresce!&nbsp;\u2013 R.<\/p>\n\n\n\n<p>Evangelho:&nbsp;<strong>Lucas 19,45-48<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Minhas ovelhas escutam minha voz,&nbsp;\/&nbsp;eu as conhe\u00e7o e elas me seguem (Jo 10,27).&nbsp;\u2013 R.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Proclama\u00e7\u00e3o do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas \u2013 Naquele tempo,&nbsp;<sup>45<\/sup>Jesus entrou no templo e come\u00e7ou a expulsar os vendedores.&nbsp;<sup>46<\/sup>E disse: \u201cEst\u00e1 escrito: \u2018Minha casa ser\u00e1 casa de ora\u00e7\u00e3o\u2019. No entanto, v\u00f3s fizestes dela um antro de ladr\u00f5es\u201d.&nbsp;<sup>47<\/sup>Jesus ensinava todos os dias no templo. Os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os not\u00e1veis do povo procuravam modo de mat\u00e1-lo.&nbsp;<sup>48<\/sup>Mas n\u00e3o sabiam o que fazer, porque o povo todo ficava fascinado quando ouvia Jesus falar. \u2013 Palavra da salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Reflex\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Jesus toca no ponto mais sagrado da religi\u00e3o, o templo. Deus queria uma casa de reuni\u00e3o e ora\u00e7\u00e3o e eles constru\u00edram um templo que se converteu em \u201cabrigo de ladr\u00f5es\u201d. Com seu ato de autoridade soberana ao purificar o templo, Jesus restabelece a verdadeira rela\u00e7\u00e3o entre o ser humano e Deus. Essa atitude lhe acarretar\u00e1 a morte. Mesmo sabendo do risco que corria, Jesus \u201censinava todos os dias no templo\u201d. A brevidade de sua vida imp\u00f5e que ele aproveite ao m\u00e1ximo as horas restantes a fim de levar a termo a obra que o Pai lhe confiou. Enquanto isso, seus advers\u00e1rios tramam qual ser\u00e1 a melhor circunst\u00e2ncia para mat\u00e1-lo. Sobre esse ponto est\u00e3o inseguros, afinal est\u00e3o tramando um homic\u00eddio hist\u00f3rico. E sabem que \u201co povo todo ficava atra\u00eddo, ao ouvir Jesus falar\u201d.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cruz de nosso Senhor Jesus Cristo deve ser a nossa gl\u00f3ria: nele est\u00e1 nossa vida e ressurrei\u00e7\u00e3o; para os salvos, como n\u00f3s, ela \u00e9 poder de Deus (Gl 6,14; 1Cor 1,18). Andr\u00e9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21553,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21552"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21552"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21552\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21554,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21552\/revisions\/21554"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21553"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21552"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21552"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21552"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}