{"id":210,"date":"2017-11-02T00:00:00","date_gmt":"2017-11-02T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/finados-a-sabedoria-de-fazer-se-presente-diante-da-morte\/"},"modified":"2017-11-02T00:00:00","modified_gmt":"2017-11-02T00:00:00","slug":"finados-a-sabedoria-de-fazer-se-presente-diante-da-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/finados-a-sabedoria-de-fazer-se-presente-diante-da-morte\/","title":{"rendered":"FINADOS: a sabedoria de fazer-se presente diante da morte"},"content":{"rendered":"<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px; font-family: \" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">[imagem1]<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px; font-family: \" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">No dia de Finados, fazemos mem&oacute;ria e nos unimos a todas aquelas pessoas cujos rostos est&atilde;o gravados em nossa mente e cora&ccedil;&atilde;o, pois foram presen&ccedil;as que nos sustentaram, nos confortaram, nos animaram e nos impulsionaram. E podemos expressar a confian&ccedil;a profunda de que a vida &eacute; conduzida secretamente a um Porto de Amor definitivo, e todo pranto, impot&ecirc;ncia e fragilidade ser&atilde;o abra&ccedil;ados e sanados n&rsquo;Ele.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">H&aacute; tanto que agradecer a estas pessoas que, como silencioso fermento, fizeram hist&oacute;ria com Deus no interior de nossa pobre humanidade. Foram presen&ccedil;as inspiradoras que melhoraram uma parte do mundo e nossa gratid&atilde;o as acompanha. Ditosos eles e elas, e ditosos tamb&eacute;m n&oacute;s porque, na comunh&atilde;o com aqueles(as) que j&aacute; vivem a p&aacute;scoa definitiva, somos movidos a seguir seus passos pelo caminho da vida,&nbsp; para sermos dispensadores humildes de felicidade, compaix&atilde;o, mansid&atilde;o, famintos e sedentos de justi&ccedil;a, de paz.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">Com a morte come&ccedil;a a vida para sempre, no cora&ccedil;&atilde;o do Deus amor. E se a morte &eacute; capaz de nos privar do dom da vida, o &ldquo;amor tem poder para nos devolv&ecirc;-la&rdquo;, nos afirma o bispo Balduino de Cantebery.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">Ao falar da morte sempre nos sentimos impotentes, pois ela nos ultrapassa. Sabemos de sua exist&ecirc;ncia, mas muitas vezes nos d&aacute; medo. E o medo da morte impede viver adequadamente o presente. Mais grave ainda, o medo da morte pode chegar a nos travar profundamente e alimentar uma ang&uacute;stia a ponto de impedir-nos de viver a vida com sentido, qualidade e prazer.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">Nossa sociedade tende a negar a morte, afastando-a dos nossos ambientes cotidianos, tornando-a invis&iacute;vel; procuramos neg&aacute;-la, escond&ecirc;-la, dissimul&aacute;-la; preferimos n&atilde;o falar dela e, mesmo quando falamos desta realidade &uacute;ltima, a ela nos referimos com temor e tremor. O p&acirc;nico e a nega&ccedil;&atilde;o s&atilde;o nosso p&atilde;o de cada dia: a compuls&atilde;o por manter-nos &ndash; ou ao menos parecer-nos &ndash; jovem, o culto &agrave; sa&uacute;de e &agrave; vitalidade, a incapacidade de aceitar a fragilidade e a finitude de nossa natureza humana, deixam transparecer o medo de nos deparar com a morte.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">A morte nos golpeia em dimens&otilde;es muito sens&iacute;veis e fr&aacute;geis de nossa experi&ecirc;ncia humana; ela desnuda e desvela a precariedade de nossa exist&ecirc;ncia. Com nada chegamos ao mundo e sem nada partiremos dele. E a realidade &eacute; que sem aceita&ccedil;&atilde;o da morte continuamos presos &agrave; onipot&ecirc;ncia infantil que nos faz fantasiar de seres imortais. E, no entanto, a morte est&aacute; a&iacute;, na volta da esquina; por ser algo seguro e certo, a morte &eacute; realidade freq&uuml;ente de dist&acirc;ncia, mist&eacute;rio e sil&ecirc;ncio; ela nos faz cruzar o umbral do desconhecido, do qual &eacute; imposs&iacute;vel dar um passo atr&aacute;s; ficamos paralisados frente ao desconhecido e ao irrevers&iacute;vel. A morte p&otilde;e fim ao nosso estado de caminhantes neste mundo, tempo no qual fomos nos amadurecendo e crescendo.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">A experi&ecirc;ncia crist&atilde;, por outro lado, nos revela o caminho de uma morte preparada ao longo da vida, porque a entende em rela&ccedil;&atilde;o com a vida e a vida em rela&ccedil;&atilde;o com a morte. Vida sem morte &eacute; irrespons&aacute;vel. Tira a seriedade da vida, que lhe &eacute; dada pela morte. Na verdade, a morte nunca fala sobre si mesma. Ela sempre nos fala sobre aquilo que estamos fazendo com a pr&oacute;pria vida: as perdas, os sonhos n&atilde;o realizados, os riscos que n&atilde;o enfrentamos por medo&#8230; &Eacute; de todos conhecido o refr&atilde;o: &ldquo;A morte menos temida d&aacute; mais vida&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">Superar o medo da morte &eacute; um processo longo, complexo, mas para o crist&atilde;o constitui uma experi&ecirc;ncia religiosa muito profunda, que o desafia a aprofundar na consci&ecirc;ncia de si mesmo e em sua capacidade de confiar em Deus. Vencer o medo da morte &eacute; reconhecer que a vida sempre &eacute; um dom, n&atilde;o o resultado de nosso esfor&ccedil;o; e que, por isso mesmo, o essencial n&atilde;o &eacute; encontrar um caminho para alcan&ccedil;ar a imortalidade, mas aprender a &ldquo;morrer em Cristo&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">N&atilde;o &eacute; a morte aquela que deve dar sentido &agrave; nossa vida, mas ao contr&aacute;rio, s&oacute; aprendendo a viver &eacute; que se aprende a morrer. Mesmo que nos restasse apenas um segundo de vida, far&iacute;amos muito mal em pensar na morte. Seria muito mais positivo viver plenamente esse segundo. A f&eacute; crist&atilde; n&atilde;o &eacute; masoquista ou s&aacute;dica quando nos ensina a bem morrer. Assim nos d&aacute; maior responsabilidade para com a pr&oacute;pria vida. O te&oacute;logo Soren Kierkegaard afirma que&nbsp;<span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\">&ldquo;s&oacute; a f&eacute; proporciona ao ser humano o valor e a aud&aacute;cia necess&aacute;rias para olhar a morte de frente&rdquo;<\/span>. Sem medos, sabendo que o Deus da vida, acolhe com amor e ternura, &agrave;queles(as) que s&atilde;o &ldquo;aspirados(as)&rdquo; para dentro de suas entranhas misericordiosas.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">O diretor japon&ecirc;s Akira Kurosawa retrata, de maneira original, quest&atilde;o da morte, em seu filme Ikiru, uma obra-prima de 1952. Trata-se da hist&oacute;ria de Watanabe, um humilde burocrata japon&ecirc;s que descobre ter c&acirc;ncer de est&ocirc;mago e apenas mais alguns meses de vida. O c&acirc;ncer serve de experi&ecirc;ncia reveladora para este homem, que antes tinha vivido uma vida t&atilde;o limitada e atrofiada que seus pr&oacute;prios funcion&aacute;rios o apelidaram de &ldquo;a m&uacute;mia&rdquo;. Depois de descobrir o diagn&oacute;stico, ele falta ao trabalho pela primeira vez em 30 anos, retira uma grande quantia de dinheiro de sua conta-corrente e tenta voltar &agrave; vida em vibrantes boates japonesas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">No meio desse ambiente devasso, ele encontra inesperadamente uma ex-funcion&aacute;ria que havia pedido demiss&atilde;o de seu escrit&oacute;rio porque o emprego era tedioso demais: ela queria viver. Fascinado por sua vitalidade e energia, ele a segue e implora para que ela o ensine como viver. Ela lhe disse apenas que odiava seu antigo trabalho porque se tratava de uma burocracia sem sentido. &nbsp;No novo emprego, em que faz bonecas numa f&aacute;brica de brinquedos, ela se sente inspirada e motivada a viver a partir da ideia de poder levar felicidade a muitas crian&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">Quando o burocrata revela a ela seu c&acirc;ncer e a proximidade da morte, ela fica horrorizada e corre para longe, emitindo apenas uma &uacute;nica mensagem por sobre os ombros: &ldquo;Fa&ccedil;a alguma coisa&rdquo;. Watanabe retorna, transformado, ao seu trabalho, recusa-se a ser engessado pelo ritual burocr&aacute;tico, quebra todas as regras e dedica o restante da vida &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de um parque infantil, que seria aproveitado por muitas crian&ccedil;as, durante muitos anos. Na &uacute;ltima cena, Watanabe, pr&oacute;ximo da morte, est&aacute; sentado em um balan&ccedil;o no parque. Apesar da nevasca, ele est&aacute; sereno e se aproxima da morte com uma tranq&uuml;ilidade impressionante.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">De fato, aqueles que vivem com mais intensidade s&atilde;o os que deixam a seguran&ccedil;a da margem e se dedicam apaixonadamente &agrave; miss&atilde;o de comunicar vida aos outros. Por isso, para os crist&atilde;os, a morte sempre se refere &agrave; Vida e &agrave; vida; &agrave; Vida com mai&uacute;scula, junto a Deus e para sempre (que chamamos Vida Eterna), e a vida de todos os dias, na qual somos chamados a ser testemunhas do amor de Deus a todos os homens e mulheres deste mundo; uma vida de servi&ccedil;o, de compromisso, de entrega generosa para construir um mundo melhor; uma vida com sentido, para que, quando cruzar o umbral da porta desta vida, de verdade encontremos plenamente o que tanto busc&aacute;vamos: o amor, a paz e o rosto bondoso de um Deus que &eacute; Amor.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">A vida se expande quando compartilhada e se atrofia quando permanece no isolamento e na comodidade. E a morte &eacute; o instante da expans&atilde;o plena para aquele que soube dar um sentido inspirador &agrave; sua exist&ecirc;ncia. Podemos afirmar, ent&atilde;o, com muita propriedade, que todos morremos para o interior da Vida.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\">Texto b&iacute;blico:&nbsp; Mt 5,1-12<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\">Na ora&ccedil;&atilde;o:<\/span>&nbsp;A certeza de nossa f&eacute; em Cristo morto e ressuscitado nos ajuda a tirar do cora&ccedil;&atilde;o os medos, os impulsos auto-referentes na busca de seguran&ccedil;a e imortalidade, para encontrar uma paz profunda que nos permita fazer de nossa vida uma oferenda gratuita em favor da vida de outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\">&#8211; Como voc&ecirc; se situa diante da morte: medo? serenidade? certeza de poder mergulhar numa Vida maior?&#8230;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\">Pe. Adroaldo Palaoro, sj<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; outline: none; margin-bottom: 10px;\" trabuched=\"\" ms\",=\"\" calibri,=\"\" \"helvetica=\"\" neue\",=\"\" helvetica,=\"\" verdana,=\"\" arial,=\"\" sans-serif;=\"\" font-size:=\"\" 14px;=\"\" color:=\"\" rgb(51,=\"\" 51,=\"\" 51);=\"\" background-color:=\"\" rgb(255,=\"\" 255,=\"\" 255);=\"\" text-align:=\"\" justify;\"=\"\"><b style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><br \/><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] No dia de Finados, fazemos mem&oacute;ria e nos unimos a todas aquelas pessoas cujos rostos est&atilde;o gravados em nossa mente e cora&ccedil;&atilde;o, pois foram presen&ccedil;as que nos sustentaram, nos confortaram, nos animaram&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":428,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/210"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=210"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/210\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/428"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=210"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=210"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=210"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}