{"id":2025,"date":"2015-07-09T00:00:00","date_gmt":"2015-07-09T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/caxumba-doenca-nao-tem-tratamento-especifico-e-pode-ser-prevenida-com-vacina\/"},"modified":"2015-07-09T00:00:00","modified_gmt":"2015-07-09T00:00:00","slug":"caxumba-doenca-nao-tem-tratamento-especifico-e-pode-ser-prevenida-com-vacina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/caxumba-doenca-nao-tem-tratamento-especifico-e-pode-ser-prevenida-com-vacina\/","title":{"rendered":"Caxumba: Doen\u00e7a n\u00e3o tem tratamento espec\u00edfico e pode ser prevenida com vacina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">[imagem1] Complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o raras e incluem meningite e inflama&ccedil;&atilde;o dos test&iacute;culos.A caxumba &eacute; uma doen&ccedil;a provocada por um v&iacute;rus da fam&iacute;lia paramyxovirus caracterizada principalmente pelo incha&ccedil;o das gl&acirc;ndulas que produzem saliva que ficam nas laterais do pesco&ccedil;o, abaixo da mand&iacute;bula. Segundo a m&eacute;dica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imuniza&ccedil;&otilde;es (Sbim), a doen&ccedil;a geralmente &eacute; benigna, mas pode haver complica&ccedil;&otilde;es. Veja perguntas e respostas sobre a doen&ccedil;a:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s&atilde;o os sintomas da caxumba?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os sintomas mais caracter&iacute;sticos s&atilde;o incha&ccedil;o e dor nas laterais do pesco&ccedil;o, logo abaixo do maxilar. Isso porque o v&iacute;rus da caxumba provoca inflama&ccedil;&atilde;o nas gl&acirc;ndulas respons&aacute;veis pela produ&ccedil;&atilde;o de saliva, que ficam na regi&atilde;o. Essas gl&acirc;ndulas s&atilde;o as par&oacute;tidas, as submandibulares e as sublinguais. As complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o raras, segundo Isabella. Uma delas &eacute; a meningite viral, forma mais branda da infec&ccedil;&atilde;o que atinge as membranas que envolvem o enc&eacute;falo. Outras s&atilde;o a orquite, inflama&ccedil;&atilde;o dos test&iacute;culos, e a ooforite, inflama&ccedil;&atilde;o dos ov&aacute;rios. A caxumba tamb&eacute;m pode levar &agrave; surdez, embora os casos sejam muito raros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como prevenir?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A preven&ccedil;&atilde;o contra a caxumba &eacute; simples: tomar a vacina tr&iacute;plice viral, que protege contra caxumba, sarampo e rub&eacute;ola. A vacina deve ser tomada a partir de um ano de idade em duas doses, com intervalo de um m&ecirc;s entre elas. No SUS, a tr&iacute;plice viral est&aacute; dispon&iacute;vel gratuitamente para pessoas de at&eacute; 49 anos de idade. Para crian&ccedil;as e adolescentes de at&eacute; 19 anos, est&atilde;o dispon&iacute;veis as duas doses. Para pessoas entre 20 e 49 anos, o sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de oferece apenas uma dose. A Sociedade Brasileira de Imuniza&ccedil;&otilde;es (Sbim), no entanto, recomenda duas doses para pessoas de todas as idades. Quem j&aacute; tomou as duas doses da vacina n&atilde;o precisa se imunizar de novo ao longo da vida. Quem teve a doen&ccedil;a uma vez tamb&eacute;m est&aacute; protegido. Isabella observa que boa parte dos adolescentes e adultos n&atilde;o est&atilde;o adequadamente protegidos contra a caxumba porque muitos n&atilde;o tomam a segunda dose da vacina. Al&eacute;m disso, o SUS s&oacute; passou a oferecer a tr&iacute;plice viral mais recentemente, a partir de 2002. &ldquo;Na d&uacute;vida se tomou ou n&atilde;o tomou, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; tomar novamente. S&oacute; &eacute; poss&iacute;vel ter certeza com o registro na carteirinha&rdquo;, diz a m&eacute;dica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como ocorre a transmiss&atilde;o?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A transmiss&atilde;o da caxumba ocorre pelo ar, pelo contato com secre&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias de pessoas infectadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tem tratamento?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A caxumba n&atilde;o tem um rem&eacute;dio espec&iacute;fico. O tratamento consiste em aliviar os sintomas de dor e mal estar e fazer repouso para que o pr&oacute;prio organismo combata o v&iacute;rus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte:<a href=\"http:\/\/www.hsds.com.br\/\"> Hospital Salvatoriano Divino Salvador&nbsp;<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] Complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o raras e incluem meningite e inflama&ccedil;&atilde;o dos test&iacute;culos.A caxumba &eacute; uma doen&ccedil;a provocada por um v&iacute;rus da fam&iacute;lia paramyxovirus caracterizada principalmente pelo incha&ccedil;o das gl&acirc;ndulas que produzem saliva que ficam&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2208,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2025"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2025"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2025\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2208"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2025"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2025"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2025"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}