{"id":20013,"date":"2023-03-27T01:00:00","date_gmt":"2023-03-27T01:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=20013"},"modified":"2023-03-24T19:55:48","modified_gmt":"2023-03-24T19:55:48","slug":"5a-semana-da-quaresma-segunda-feira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/5a-semana-da-quaresma-segunda-feira\/","title":{"rendered":"5\u00aa Semana da Quaresma | Segunda-feira"},"content":{"rendered":"\n<p>Tende piedade de mim, Senhor, pois me atormentam; todos os dias me oprimem os agressores (Sl 55,2).<\/p>\n\n\n\n<p><em>A atitude perversa de quem deveria defender a virtude contrasta com a profunda confian\u00e7a da pessoa que deposita em Deus sua esperan\u00e7a de salva\u00e7\u00e3o. Celebremos o Senhor, cujo amor misericordioso ampara os injusti\u00e7ados e os pecadores e converte os cora\u00e7\u00f5es.<\/em>Primeira Leitura:&nbsp;<strong>Daniel 13,1-9.15-17.19-30.33-62 ou 41-62<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Leitura da profecia de Daniel \u2013&nbsp;<strong>[<\/strong>Naqueles dias,<strong>]<\/strong>&nbsp;<sup>1<\/sup>na Babil\u00f4nia vivia um homem chamado Joaquim.&nbsp;<sup>2<\/sup>Estava casado com uma mulher chamada Susana, filha de Helcias, que era muito bonita e temente a Deus.&nbsp;<sup>3<\/sup>Tamb\u00e9m os pais dela eram pessoas justas e tinham educado a filha de acordo com a lei de Mois\u00e9s.&nbsp;<sup>4<\/sup>Joaquim era muito rico e possu\u00eda um pomar junto \u00e0 sua casa. Muitos judeus costumavam visit\u00e1-lo, pois era o mais respeitado de todos.&nbsp;<sup>5<\/sup>Ora, naquele ano, tinham sido nomeados ju\u00edzes dois anci\u00e3os do povo, a respeito dos quais o Senhor havia dito: \u201cDa Babil\u00f4nia brotou a maldade de anci\u00e3os-ju\u00edzes, que passavam por condutores do povo\u201d.&nbsp;<sup>6<\/sup>Eles frequentavam a casa de Joaquim, e todos os que tinham alguma quest\u00e3o se dirigiam a eles.&nbsp;<sup>7<\/sup>Ora, pelo meio-dia, quando o povo se dispersava, Susana costumava entrar e passear no pomar de seu marido.&nbsp;<sup>8<\/sup>Os dois anci\u00e3os viam-na todos os dias entrar e passear e acabaram por se apaixonar por ela.&nbsp;<sup>9<\/sup>Ficaram desnorteados, a ponto de desviarem os olhos para n\u00e3o olharem para o c\u00e9u, e se esqueceram dos seus justos julgamentos.&nbsp;<sup>15<\/sup>Assim, enquanto os dois estavam \u00e0 espera de uma ocasi\u00e3o favor\u00e1vel, certo dia, Susana entrou no pomar como de costume, acompanhada apenas por duas empregadas. E sentiu vontade de tomar banho, por causa do calor.&nbsp;<sup>16<\/sup>N\u00e3o havia ali ningu\u00e9m, exceto os dois velhos, que estavam escondidos e a espreitavam.&nbsp;<sup>17<\/sup>Ent\u00e3o ela disse \u00e0s empregadas: \u201cPor favor, ide buscar-me \u00f3leo e perfumes e trancai as portas do pomar, para que eu possa tomar banho\u201d.&nbsp;<sup>19<\/sup>Apenas as empregadas tinham sa\u00eddo, os dois velhos levantaram-se e correram para Susana, dizendo:&nbsp;<sup>20<\/sup>\u201cOlha, as portas do pomar est\u00e3o trancadas e ningu\u00e9m nos est\u00e1 vendo. Estamos apaixonados por ti: concorda conosco e entrega-te a n\u00f3s!&nbsp;<sup>21<\/sup>Caso contr\u00e1rio, deporemos contra ti que um mo\u00e7o esteve aqui e que foi por isso que mandaste embora as empregadas\u201d.&nbsp;<sup>22<\/sup>Gemeu Susana, dizendo: \u201cEstou cercada de todos os lados! Se eu fizer isso, espera-me a morte; e, se n\u00e3o o fizer, tamb\u00e9m n\u00e3o escaparei das vossas m\u00e3os;&nbsp;<sup>23<\/sup>mas \u00e9 melhor para mim, n\u00e3o o fazendo, cair nas vossas m\u00e3os do que pecar diante do Senhor!\u201d&nbsp;<sup>24<\/sup>Ent\u00e3o, ela p\u00f4s-se a gritar em alta voz, mas tamb\u00e9m os dois velhos gritaram contra ela.&nbsp;<sup>25<\/sup>Um deles correu para as portas do pomar e as abriu.&nbsp;<sup>26<\/sup>As pessoas da casa ouviram a gritaria no pomar e precipitaram-se pela porta do fundo, para ver o que estava acontecendo.&nbsp;<sup>27<\/sup>Quando os velhos apresentaram sua vers\u00e3o dos fatos, os empregados ficaram muito constrangidos, porque jamais se dissera coisa semelhante a respeito de Susana.&nbsp;<sup>28<\/sup>No dia seguinte, o povo veio reunir-se em casa de Joaquim, seu marido. Os dois anci\u00e3os vieram tamb\u00e9m, com a inten\u00e7\u00e3o criminosa de conseguir sua condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte. Por isso, assim falaram ao povo reunido:&nbsp;<sup>29<\/sup>\u201cMandai chamar Susana, filha de Helcias, mulher de Joaquim!\u201d E foram cham\u00e1-la.&nbsp;<sup>30<\/sup>Ela compareceu em companhia dos pais, dos filhos e de todos os seus parentes.&nbsp;<sup>33<\/sup>Os que estavam com ela e todos os que a viam, choravam.&nbsp;<sup>34<\/sup>Os dois velhos levantaram-se no meio do povo e puseram as m\u00e3os sobre a cabe\u00e7a de Susana.&nbsp;<sup>35<\/sup>Ela, entre l\u00e1grimas, olhou para o c\u00e9u, pois seu cora\u00e7\u00e3o tinha confian\u00e7a no Senhor.&nbsp;<sup>36<\/sup>Entretanto, os dois anci\u00e3os deram este depoimento: \u201cEnquanto est\u00e1vamos passeando a s\u00f3s no pomar, esta mulher entrou com duas empregadas. Depois, fechou as portas do pomar e mandou as servas embora.<sup>&nbsp;37<\/sup>Ent\u00e3o, veio ter com ela um mo\u00e7o, que estava escondido, e com ela se deitou.&nbsp;<sup>38<\/sup>N\u00f3s, que est\u00e1vamos num canto do pomar, vimos essa inf\u00e2mia. Corremos para eles e os surpreendemos juntos.&nbsp;<sup>39<\/sup>Quanto ao jovem, n\u00e3o conseguimos agarr\u00e1-lo, porque era mais forte do que n\u00f3s e, abrindo as portas, fugiu.&nbsp;<sup>40<\/sup>A ela, por\u00e9m, agarramos e perguntamos quem era aquele mo\u00e7o. Ela, por\u00e9m, n\u00e3o quis dizer. Disso n\u00f3s somos testemunhas\u201d.&nbsp;<strong>[<\/strong><sup>41<\/sup>A assembleia acreditou neles, pois eram anci\u00e3os do povo e ju\u00edzes. E condenaram Susana \u00e0 morte.&nbsp;<sup>42<\/sup>Susana, por\u00e9m, chorando, disse em voz alta: \u201c\u00d3 Deus eterno, que conheces as coisas escondidas e sabes tudo de antem\u00e3o, antes que aconte\u00e7a!&nbsp;<sup>43<\/sup>Tu sabes que \u00e9 falso o testemunho que levantaram contra mim! Estou condenada a morrer, quando nada fiz do que estes maldosamente inventaram a meu respeito!\u201d&nbsp;<sup>44<\/sup>O Senhor escutou sua voz.&nbsp;<sup>45<\/sup>Enquanto a levavam para a execu\u00e7\u00e3o, Deus excitou o santo esp\u00edrito de um adolescente de nome Daniel.&nbsp;<sup>46<\/sup>E ele clamou em alta voz: \u201cSou inocente do sangue dessa mulher!\u201d&nbsp;<sup>47<\/sup>Todo o povo, ent\u00e3o, voltou-se para ele e perguntou: \u201cQue palavra \u00e9 essa que acabas de dizer?\u201d&nbsp;<sup>48<\/sup>De p\u00e9, no meio deles, Daniel respondeu: \u201cSois t\u00e3o insensatos, filhos de Israel? Sem julgamento e sem conhecimento da causa verdadeira, v\u00f3s condenais uma filha de Israel?&nbsp;<sup>49<\/sup>Voltai a repetir o julgamento, pois \u00e9 falso o testemunho que levantaram contra ela!\u201d&nbsp;<sup>50<\/sup>Todo o povo voltou apressadamente, e outros anci\u00e3os disseram ao jovem: \u201cSenta-te no meio de n\u00f3s e d\u00e1-nos o teu parecer, pois Deus te deu a honra da velhice\u201d.&nbsp;<sup>51<\/sup>Falou ent\u00e3o Daniel: \u201cMantende os dois separados, longe um do outro, e eu os julgarei\u201d.&nbsp;<sup>52<\/sup>Tendo sido separados, Daniel chamou um deles e lhe disse: \u201cVelho encarquilhado no mal! Agora aparecem os pecados que estavas habituado a praticar.&nbsp;<sup>53<\/sup>Fazias julgamentos injustos, condenando inocentes e absolvendo culpados, quando o Senhor ordena: \u2018Tu n\u00e3o far\u00e1s morrer o inocente e o justo!\u2019&nbsp;<sup>54<\/sup>Pois bem, se \u00e9 que viste, dize-me: \u00e0 sombra de que \u00e1rvore os viste abra\u00e7ados?\u201d Ele respondeu: \u201c\u00c0 sombra de uma aroeira\u201d.&nbsp;<sup>55<\/sup>Daniel replicou: \u201cMentiste com perfei\u00e7\u00e3o contra a tua pr\u00f3pria cabe\u00e7a. Por isso o anjo de Deus, tendo recebido j\u00e1 a senten\u00e7a divina, vai rachar-te pelo meio!\u201d&nbsp;<sup>56<\/sup>Mandando sair este, ordenou que trouxessem o outro: \u201cRa\u00e7a de Cana\u00e3 e n\u00e3o de Jud\u00e1, a beleza fascinou-te e a paix\u00e3o perverteu o teu cora\u00e7\u00e3o.&nbsp;<sup>57<\/sup>Era assim que proced\u00edeis com as filhas de Israel, e elas, por medo, sujeitavam-se a v\u00f3s. Mas uma filha de Jud\u00e1 n\u00e3o se submeteu a essa iniquidade.&nbsp;<sup>58<\/sup>Agora, pois, dize-me debaixo de que \u00e1rvore os surpreendeste juntos?\u201d Ele respondeu: \u201cDebaixo de uma azinheira\u201d.&nbsp;<sup>59<\/sup>Daniel retrucou: \u201cTamb\u00e9m tu mentiste com perfei\u00e7\u00e3o contra a tua pr\u00f3pria cabe\u00e7a. Por isso o anjo de Deus j\u00e1 est\u00e1 \u00e0 espera, com a espada na m\u00e3o, para cortar-te ao meio e para te exterminar!\u201d&nbsp;<sup>60<\/sup>Toda a assist\u00eancia p\u00f4s-se a gritar com for\u00e7a, bendizendo a Deus, que salva os que nele esperam.&nbsp;<sup>61<\/sup>E voltaram-se contra os dois velhos, pois Daniel os tinha convencido, por suas pr\u00f3prias palavras, de que eram falsas testemunhas. E, agindo segundo a lei de Mois\u00e9s, fizeram com eles aquilo que haviam tramado perversamente contra o pr\u00f3ximo.&nbsp;<sup>62<\/sup>E assim os mataram, enquanto, naquele dia, era salva uma vida inocente.<strong>]<\/strong>&nbsp;\u2013 Palavra do Senhor.Salmo Responsorial:&nbsp;<strong>22(23)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,&nbsp;\/&nbsp;nenhum mal eu temerei, estais comigo.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>1. O Senhor \u00e9 o pastor que me conduz;&nbsp;\/&nbsp;n\u00e3o me falta coisa alguma.&nbsp;\/&nbsp;Pelos prados e campinas verdejantes,&nbsp;\/&nbsp;ele me leva a descansar.&nbsp;\/&nbsp;Para as \u00e1guas repousantes me encaminha&nbsp;\/&nbsp;e restaura as minhas for\u00e7as.&nbsp;\u2013 R.<\/p>\n\n\n\n<p>2. Ele me guia no caminho mais seguro,&nbsp;\/&nbsp;pela honra do seu nome.&nbsp;\/&nbsp;Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,&nbsp;\/&nbsp;nenhum mal eu temerei.&nbsp;\/&nbsp;Estais comigo com bast\u00e3o e com cajado,&nbsp;\/&nbsp;eles me d\u00e3o a seguran\u00e7a!&nbsp;\u2013 R.<\/p>\n\n\n\n<p>3. Preparais \u00e0 minha frente uma mesa,&nbsp;\/&nbsp;bem \u00e0 vista do inimigo;&nbsp;\/&nbsp;com \u00f3leo v\u00f3s ungis minha cabe\u00e7a,&nbsp;\/&nbsp;e o meu c\u00e1lice transborda.&nbsp;\u2013 R.<\/p>\n\n\n\n<p>4. Felicidade e todo bem h\u00e3o de seguir-me&nbsp;\/&nbsp;por toda a minha vida;&nbsp;\/&nbsp;e na casa do Senhor habitarei&nbsp;\/&nbsp;pelos tempos infinitos.&nbsp;\u2013 R.Evangelho:&nbsp;<strong>Jo\u00e3o 8,1-11<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Gl\u00f3ria<\/em><em>&nbsp;a v\u00f3s, Senhor Jesus,&nbsp;\/&nbsp;primog\u00eanito dentre os mortos!<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o quero a morte do pecador, diz o Senhor,&nbsp;\/&nbsp;mas que ele volte, se converta e tenha vida (Ez 33,11).&nbsp;\u2013 R.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Proclama\u00e7\u00e3o do Evangelho de Jesus Cristo segundo Jo\u00e3o \u2013 Naquele tempo,&nbsp;<sup>1<\/sup>Jesus foi para o monte das Oliveiras.&nbsp;<sup>2<\/sup>De madrugada, voltou de novo ao templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, come\u00e7ou a ensin\u00e1-los.&nbsp;<sup>3<\/sup>Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adult\u00e9rio. Colocando-a no meio deles,&nbsp;<sup>4<\/sup>disseram a Jesus: \u201cMestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adult\u00e9rio.&nbsp;<sup>5<\/sup>Mois\u00e9s na Lei mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?\u201d&nbsp;<sup>6<\/sup>Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, come\u00e7ou a escrever com o dedo no ch\u00e3o.&nbsp;<sup>7<\/sup>Como persistissem em interrog\u00e1-lo, Jesus ergueu-se e disse: \u201cQuem dentre v\u00f3s n\u00e3o tiver pecado seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra\u201d.&nbsp;<sup>8<\/sup>E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no ch\u00e3o.&nbsp;<sup>9<\/sup>E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a come\u00e7ar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho com a mulher, que estava l\u00e1, no meio, em p\u00e9.&nbsp;<sup>10<\/sup>Ent\u00e3o Jesus se levantou e disse: \u201cMulher, onde est\u00e3o eles? Ningu\u00e9m te condenou?\u201d&nbsp;<sup>11<\/sup>Ela respondeu: \u201cNingu\u00e9m, Senhor\u201d. Ent\u00e3o Jesus lhe disse: \u201cEu tamb\u00e9m n\u00e3o te condeno. Podes ir e, de agora em diante, n\u00e3o peques mais\u201d. \u2013 Palavra da salva\u00e7\u00e3o.Reflex\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Na \u00e1rea do templo, Jesus ensina a todo o povo \u201cque ia ao seu encontro\u201d. Rumores de passos de um grupo apressado interrompem a palestra de Jesus. Doutores da Lei e fariseus, que viviam \u00e0 ca\u00e7a de ocasi\u00e3o para acusar Jesus de alguma falha, preparam-lhe uma armadilha: ele dever\u00e1 responder se \u00e9 a favor do apedrejamento da ad\u00faltera, ou ent\u00e3o ir contra a Lei de Mois\u00e9s, se a absolver. Em nome da Lei, querem destruir o Mestre. Com atitude serena e majestosa, Jesus os convida a jogar pedra na mulher, com uma condi\u00e7\u00e3o: se forem inocentes. N\u00e3o eram; viviam no pecado. Por isso, desapontados, desaparecem. Jesus liberta a mulher das m\u00e3os dos improvisados e maldosos ju\u00edzes e a liberta tamb\u00e9m da situa\u00e7\u00e3o de pecado. Oferece-lhe condi\u00e7\u00f5es de vida nova e plena.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tende piedade de mim, Senhor, pois me atormentam; todos os dias me oprimem os agressores (Sl 55,2). 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