{"id":162,"date":"2017-12-30T00:00:00","date_gmt":"2017-12-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/espaco-familiar-romper-bolhas-derrubar-muros\/"},"modified":"2017-12-30T00:00:00","modified_gmt":"2017-12-30T00:00:00","slug":"espaco-familiar-romper-bolhas-derrubar-muros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/espaco-familiar-romper-bolhas-derrubar-muros\/","title":{"rendered":"Espa\u00e7o familiar: romper bolhas, derrubar muros"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center; box-sizing: border-box; outline: none;\"><i><span style=\"color: rgb(51, 51, 51); font-family: Calibri; font-size: 16px !important; background-color: rgb(255, 255, 255);\">[imagem1]<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center; box-sizing: border-box; outline: none;\"><i><span style=\"color: rgb(51, 51, 51); font-family: Calibri; font-size: 16px !important; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><br \/><\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center; box-sizing: border-box; outline: none;\"><i><span style=\"color: rgb(51, 51, 51); font-family: Calibri; font-size: 16px !important; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><br \/><\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center; box-sizing: border-box; outline: none;\"><i><span style=\"color: rgb(51, 51, 51); font-family: Calibri; font-size: 16px !important; background-color: rgb(255, 255, 255);\">&nbsp;<\/span>&ldquo;&#8230; Maria e Jos&eacute; levaram Jesus a Jerusal&eacute;m, a fim de apresent&aacute;-lo ao Senhor&rdquo; (Lc 2,22)&nbsp;<\/i><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Certamente todos j&aacute; viram um invento recreativo para crian&ccedil;as, composto de um globo infl&aacute;vel que flutua sobre um reservat&oacute;rio de &aacute;gua; ali elas s&atilde;o introduzidas, e ficam se movendo prazerosamente. Tal invento evoca um comportamento frequente nas fam&iacute;lias de hoje. Sem se darem conta, elas mesmas fabricam uma bolha e se fecham nela como num reduzido microcosmo. Elaborado pela mente e inflado pelo ego, esse pequeno globo enclausura as pessoas em um mundo familiar muito definido: o &ecirc;xito, a vaidade, o dinheiro, os bens materiais, um ambiente raqu&iacute;tico de espa&ccedil;o e tempo, torna-se sua &uacute;nica realidade.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">No entanto, para as fam&iacute;lias crist&atilde;s, poder&iacute;amos perguntar se h&aacute; algo mais al&eacute;m, por detr&aacute;s dessa bolha, desse globo fechado no qual todos brincam como crian&ccedil;as inconscientes. Despertar o &ldquo;eu profundo e universal&rdquo; &eacute; descobrir-se habitante de um universo novo e espa&ccedil;oso, um &ldquo;eu sou&rdquo; com sabor de infinito, onde nem a escassez ou a riqueza, nem a sa&uacute;de ou a enfermidade, nem a vida curta ou longa&#8230;, &eacute; o mais essencial, mas a consci&ecirc;ncia expandida que rompe a bolha e faz a pessoa sentir a liberdade amorosa dos filhos e filhas de Deus.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Deus &ldquo;se fez diferente&rdquo; e &eacute; na &ldquo;diferen&ccedil;a&rdquo; que Ele vem ao nosso encontro como chance de enriquecimento vital e de interc&acirc;mbio criativo. Deixemo-nos surpreender pelo Deus da vida que rompe esquemas, cren&ccedil;as, legalismos, bolhas&#8230;; ou nossa viv&ecirc;ncia de f&eacute; se reduzir&aacute; a um ritualismo fechado, impedindo sair de n&oacute;s mesmos.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Tamb&eacute;m os muros est&atilde;o voltando &agrave; moda. N&atilde;o podemos esquecer que os muros foram criados para a segrega&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;diferentes&rdquo;. O muro econ&ocirc;mico que exclui, se visibiliza no muro que segrega os exclu&iacute;dos. Um muro &eacute; uma ordem, um sil&ecirc;ncio for&ccedil;ado e prolongado, &eacute; vontade de poder e dom&iacute;nio sobre os outros. Muros s&atilde;o pedras da vergonha no nosso percurso vital. Como tir&aacute;-los do caminho?&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Muros n&atilde;o t&ecirc;m semente, embora se multipliquem pelo mundo. O muro &eacute; um veneno. Muros s&atilde;o concretos: muros entre ricos e pobres, entre homens e mulheres, entre ignorantes e doutores, entre negros e brancos, entre centro e periferia. Muros s&atilde;o urros. Muros s&atilde;o murros, s&atilde;o muito burros! Todos os muros deviam se envergonhar, pois se os muros pudessem ensinar alguma coisa, desistiriam de serem muros.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">A festa da Sagrada Fam&iacute;lia, que se deslocou a Jerusal&eacute;m, nos instiga a romper a bolha que asfixia a vida e derrubar os muros que cercam o cora&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias, atrofiando sua pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia. A mudan&ccedil;a de mente, de cora&ccedil;&atilde;o, de esperan&ccedil;a, de paradigmas&#8230; exige que todos, de tempos em tempos, revisem suas vidas, conservando umas coisas, alterando outras, derrubando ideias fixas, convic&ccedil;&otilde;es absolutas, modos fechados de viver&#8230;&nbsp; que impedem a entrada do ar para arejar a pr&oacute;pria vida.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">H&aacute; em todo ser humano uma tend&ecirc;ncia a cercar-se de muros, a encastelar-se, a criar uma rede de prote&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m as fam&iacute;lias n&atilde;o est&atilde;o imunes desta tenta&ccedil;&atilde;o. No entanto, nada mais contr&aacute;rio ao esp&iacute;rito crist&atilde;o que a vida instalada e uma exist&ecirc;ncia estabilizada de uma vez para sempre, tendo pontos de refer&ecirc;ncia fixos, definitivos, tranquilizadores&#8230; Numa vida assim faltaria por completo o princ&iacute;pio da criatividade, a capacidade de questionar-se, a aud&aacute;cia de arriscar, a coragem de fazer caminho aberto &agrave; aventura.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Se quisermos que a fam&iacute;lia crist&atilde; tenha a marca da Fam&iacute;lia de Nazar&eacute;, &eacute; necess&aacute;rio compreender que ela &eacute; chamada a um compromisso diferente e mais profundo: sair da reclus&atilde;o do pr&oacute;prio mundo para entrar na grande &ldquo;casa&rdquo; de Deus; romper com o tradicional para acolher a surpresa; deixar a &ldquo;margem conhecida&rdquo; para vislumbrar o &ldquo;outro lado&rdquo;; desnudar-se de ilus&otilde;es egoc&ecirc;ntricas; afastar a &ldquo;pedra&rdquo; da entrada do cora&ccedil;&atilde;o para poder viver com mais criatividade&#8230;&nbsp; As respostas do passado &agrave;s quest&otilde;es atuais j&aacute; n&atilde;o satisfazem; as velhas raz&otilde;es para fazer coisas novas, simplesmente j&aacute; n&atilde;o movem os cora&ccedil;&otilde;es num mundo repleto de novos desafios. N&atilde;o h&aacute; raz&atilde;o para permanecer nas bolhas e condom&iacute;nios quando todas as circunst&acirc;ncias mudaram.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Comprovamos hoje um &ldquo;d&eacute;ficit de interioridade&rdquo;. O ser humano &ldquo;p&oacute;s-moderno&rdquo; perdeu a dire&ccedil;&atilde;o do seu cora&ccedil;&atilde;o; dentro dele h&aacute; um &ldquo;condom&iacute;nio&rdquo; onde portas se fecham, chaves se perdem, segredos s&atilde;o esquecidos&#8230; e mergulha na mais profunda solid&atilde;o est&eacute;ril. Vive perdido fora de si mesmo e n&atilde;o consegue colocar as grandes perguntas existenciais: &ldquo;de onde venho? Quem sou? Para onde vou? Qu&ecirc; devo fazer?&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Muitos j&aacute; n&atilde;o conseguem mais recolher-se e voltar para &ldquo;dentro&rdquo; de si, para recuperar o centro gravitacional de sua vida, o ponto de equil&iacute;brio interior. S&atilde;o v&iacute;timas da chamada &ldquo;s&iacute;ndrome da exterioriza&ccedil;&atilde;o existencial&rdquo;; tem dificuldades de introspec&ccedil;&atilde;o, sil&ecirc;ncio, reflex&atilde;o, contempla&ccedil;&atilde;o&#8230;; n&atilde;o s&atilde;o capazes de velejar nas &aacute;guas da interioridade, vivendo uma vida superficial e sem sentido.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Seduzidos pelos est&iacute;mulos ambientais, envolvidos por apelos vindos de fora, cativados pela m&iacute;dia, pelas inova&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas, magnetizados por ofertas alucinantes&#8230; muitos ambientes familiares se esvaziam, perdem a dimens&atilde;o da interioridade, afastam-se do horizonte de sentido e&#8230; se desumanizam. Tudo se torna l&iacute;quido:&nbsp; o amor, as rela&ccedil;&otilde;es, os valores, a &eacute;tica, as grandes causas&#8230; Longe de um ambiente humano din&acirc;mico, operante, ousado, solid&aacute;rio&#8230;, o que elas deixam transparecer &eacute;, pelo contr&aacute;rio, um ambiente humano neutro, ap&aacute;tico, estagnado.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">Inspirando-se em Maria e Jos&eacute;, pais e m&atilde;es convertem-se em fonte de vida nova; e a sua miss&atilde;o mais apaixonante &eacute; aquela de poder dar uma profundidade e um horizonte novo aos seus filhos; sabem integrar &ldquo;vida em Nazar&eacute;&rdquo; (espa&ccedil;o de interioridade) e &ldquo;presen&ccedil;a em Jerusal&eacute;m&rdquo; (vida expansiva, aberta ao novo e ao diferente).<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&ldquo;O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria&rdquo;; esta express&atilde;o sugere a atitude b&aacute;sica dos pais e m&atilde;es: cuidar a vida fr&aacute;gil de quem come&ccedil;a o seu percurso neste mundo. Como seguidores(as) de Jesus e com sua presen&ccedil;a humanizadora, eles(elas) s&atilde;o promotores(as) de habilidades na vida de seus filhos: &ldquo;d&atilde;o asas&rdquo; e despertam neles as potencialidades do humano presentes em cada um, levando-os a experimentar condi&ccedil;&otilde;es ousadas de crescimento e realiza&ccedil;&atilde;o; na conviv&ecirc;ncia cotidiana, interagem com eles e conseguem extrair deles o melhor, fomentam o papel ativo deles, incentivam-os a desenvolver sua autonomia e dar asas &agrave; sua imagina&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">O ambiente familiar, sadio e instigante, torna os filhos conscientes de que s&atilde;o seres em movimento, protagonistas de mudan&ccedil;as, capazes de criar novos modos de existir, de romper com o institu&iacute;do e buscar o diferente, o novo, o desconhecido&#8230; A fam&iacute;lia &eacute; o espa&ccedil;o das inova&ccedil;&otilde;es, dos riscos, dos experimentos&#8230; Nela se encontra o lugar dos sonhos, dos desejos, da liberdade e autonomia.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><b><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\">Texto b&iacute;blico:&nbsp; Lc 2,22-40<\/span>&nbsp; <\/b>&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><b>Na ora&ccedil;&atilde;o:<\/b><\/span>&nbsp; A exorta&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica &ldquo;amoris Laetitia&rdquo;, do Papa Francisco,&nbsp; inspira os casais crist&atilde;os a que se convertam em pontes, ponham suas energias, sua forma&ccedil;&atilde;o, dedica&ccedil;&atilde;o, sua vida a servi&ccedil;o de criar, alimentar e sustentar os la&ccedil;os humanos, rela&ccedil;&otilde;es sociais, estruturas pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas que tornem poss&iacute;vel a solidariedade entre todos os seres humanos e aponte para um mundo fraterno e justo. A voca&ccedil;&atilde;o para estender pontes, superando fronteiras, &eacute; algo crucial para o mundo de hoje.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&#8211; Seu ambiente familiar: risco da aventura ou medo asfixiante? Cont&iacute;nua surpresa ou perene rotina?&nbsp; Espa&ccedil;o de liberdade ou viv&ecirc;ncias dentro de bolhas asfixiantes e muros de prote&ccedil;&atilde;o?&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\">Pe. Adroaldo Palaoro sj<\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><b>Confira tamb&eacute;m:<\/b>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><font size=\"4\"><a href=\"http:\/\/www.vidapastoral.com.br\/roteiros\/sagrada-familia-jesus-maria-e-jose-31-de-dezembro\/\">Roteiros homil&eacute;ticos &#8211; Vida Pastoral&nbsp;<\/a>&nbsp; &#8211;&nbsp;A&iacute;la L. Pinheiro de Andrade, nj<\/font><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"box-sizing: border-box; outline-color: initial; outline-width: initial;\"><br \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &nbsp;&ldquo;&#8230; Maria e Jos&eacute; levaram Jesus a Jerusal&eacute;m, a fim de apresent&aacute;-lo ao Senhor&rdquo; (Lc 2,22)&nbsp; &nbsp; Certamente todos j&aacute; viram um invento recreativo para crian&ccedil;as, composto de um globo infl&aacute;vel que&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":271,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/162"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=162"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/162\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/271"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}