{"id":1555,"date":"2015-11-16T00:00:00","date_gmt":"2015-11-16T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/coracao-feminino-aumenta-a-incidencia-de-infarto-em-mulheres\/"},"modified":"2015-11-16T00:00:00","modified_gmt":"2015-11-16T00:00:00","slug":"coracao-feminino-aumenta-a-incidencia-de-infarto-em-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/coracao-feminino-aumenta-a-incidencia-de-infarto-em-mulheres\/","title":{"rendered":"Cora\u00e7\u00e3o feminino: aumenta a incid\u00eancia de infarto em mulheres"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">[imagem1]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Doen&ccedil;a &eacute; a principal causa de morte no mundo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a cada 10 mortes por infarto no Brasil, seis s&atilde;o do sexo feminino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Infarto, quase sempre, &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o associada aos homens. A incid&ecirc;ncia do problema &eacute; maior entre eles, de fato. Por&eacute;m, quando s&atilde;o elas as acometidas, o &iacute;ndice de mortalidade &eacute; bem maior. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a cada 10 mortes por infarto no Brasil, seis s&atilde;o do sexo feminino. Ainda de acordo com a entidade, doen&ccedil;as cardiovasculares s&atilde;o respons&aacute;veis por cerca de 8,5 milh&otilde;es de &oacute;bitos femininos &mdash; fato que coloca a enfermidade como a primeira causa de morte entre mulheres no mundo. O problema tem v&aacute;rios detalhes importantes e perigosos. O primeiro &eacute; que uma em cada cinco brasileiras corre o risco de sofrer um infarto do mioc&aacute;rdio ou um acidente vascular cerebral (AVC ou derrame). O segundo &eacute; que, se porventura algum desses problemas acontecer, ela pode nem se dar conta disso, gra&ccedil;as aos sintomas discretos e imprecisos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Anderson Rodrigues, cardiologista do Laborat&oacute;rio Sabin, explica que a vida moderna e a inser&ccedil;&atilde;o da mulher no mercado de trabalho podem ter contribu&iacute;do para esse maior &iacute;ndice de mortalidade feminino. O ac&uacute;mulo de responsabilidades fez com que elas se cuidassem menos. &ldquo;Elas come&ccedil;aram a ficar mais estressadas, a fumar mais, tornaram-se sedent&aacute;rias e com uma alimenta&ccedil;&atilde;o pior&rdquo;, justifica. &ldquo;Tudo isso gera obesidade, piora a glicemia e o colesterol, causa hipertens&atilde;o arterial&rdquo;, reconhece. O modo como o infarto se manifesta nelas tamb&eacute;m &eacute; diferente. De modo geral, a dor do lado esquerdo do peito e a dorm&ecirc;ncia do bra&ccedil;o esquerdo n&atilde;o acontecem em mulheres. Nelas, at&eacute; uma dor de est&ocirc;mago pode ser o ind&iacute;cio de que o cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; em apuros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deve-se agir t&atilde;o logo o problema seja detectado, j&aacute; que, quanto mais o m&uacute;sculo infartado demorar a ser tratado, mais ele se deteriorar&aacute;. Isso faz com que a paciente fique mais tempo sem o bombeamento de sangue e oxig&ecirc;nio &mdash; o que resulta em insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca e, em casos mais graves, morte s&uacute;bita. Magaly Arrais, cirurgi&atilde; cardiovascular do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e do HCor (Hospital do Cora&ccedil;&atilde;o), explica que, tirando fatores de risco, como faixa et&aacute;ria e hist&oacute;rico familiar, todos os outros podem ser controlados. O problema &eacute; que as mulheres n&atilde;o t&ecirc;m como h&aacute;bito atentar ao cora&ccedil;&atilde;o. &ldquo;As mulheres v&atilde;o com frequ&ecirc;ncia ao ginecologista, mas h&aacute; muitas que nunca foram ao cardiologista&rdquo;, compara. &ldquo;Isso &eacute; perigoso porque, por vezes, a primeira manifesta&ccedil;&atilde;o das doen&ccedil;as j&aacute; &eacute; a mais grave&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Gilmar Torquato<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Ir. L&iacute;dia Pagliari<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] Doen&ccedil;a &eacute; a principal causa de morte no mundo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a cada 10 mortes por infarto no Brasil, seis s&atilde;o do sexo feminino. 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