{"id":1344,"date":"2016-01-18T00:00:00","date_gmt":"2016-01-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/vaticano-pede-respeito-aos-direitos-dos-migrantes-e-refugiados\/"},"modified":"2016-01-18T00:00:00","modified_gmt":"2016-01-18T00:00:00","slug":"vaticano-pede-respeito-aos-direitos-dos-migrantes-e-refugiados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/vaticano-pede-respeito-aos-direitos-dos-migrantes-e-refugiados\/","title":{"rendered":"Vaticano pede respeito aos direitos dos migrantes e refugiados"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">[imagem1]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por ocasi&atilde;o do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, celebrado no domingo, 17 de janeiro, o Vaticano divulgou mensagem do papa Francisco. O texto, intitulado &#8220;Os migrantes e os refugiados nos interpelam: a resposta do Evangelho da miseric&oacute;rdia&rdquo;, recorda os sofrimentos dos povos que s&atilde;o obrigados a&nbsp;deixar as regi&otilde;es onde habitam.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Neste nosso tempo, os fluxos migrat&oacute;rios aparecem em cont&iacute;nuo aumento por toda a extens&atilde;o do planeta: pr&oacute;fugos e pessoas em fuga da sua p&aacute;tria interpelam os indiv&iacute;duos e as coletividades, desafiando o modo tradicional de viver e, por vezes, transtornando o horizonte cultural e social com os quais se confrontam&rdquo;, escreveu o papa Francisco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Confira a mensagem na &iacute;ntegra:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PARA O DIA MUNDIAL DO MIGRANTE E DO REFUGIADO 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>17 de Janeiro de 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os emigrantes e refugiados interpelam-nos. A resposta do Evangelho da miseric&oacute;rdia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na bula de proclama&ccedil;&atilde;o do Jubileu Extraordin&aacute;rio da Miseric&oacute;rdia recordei que &laquo;h&aacute; momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na miseric&oacute;rdia, para nos tornarmos n&oacute;s mesmos sinal eficaz do agir do Pai&raquo; (Misericordiae Vultus, 3). De facto, o amor de Deus quer chegar a todos e cada um, transformando aqueles que acolhem o abra&ccedil;o do Pai noutros tantos bra&ccedil;os que se abrem e abra&ccedil;am para que todo o ser humano saiba que &eacute; amado como filho e se sinta &laquo;em casa&raquo; na &uacute;nica fam&iacute;lia humana. Deste modo, a ternura paterna de Deus, que se estende sol&iacute;cita sobre todos, mostra-se particularmente sens&iacute;vel &agrave;s necessidades da ovelha ferida, cansada ou enferma, como faz o pastor com o rebanho. Foi assim que Jesus Cristo nos falou do Pai, dizendo que Ele Se inclina sobre o homem chagado de mis&eacute;ria f&iacute;sica ou moral e, quanto mais se agravam as suas condi&ccedil;&otilde;es, tanto mais se revela a efic&aacute;cia da miseric&oacute;rdia divina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste nosso tempo, os fluxos migrat&oacute;rios aparecem em cont&iacute;nuo aumento por toda a extens&atilde;o do planeta: pr&oacute;fugos e pessoas em fuga da sua p&aacute;tria interpelam os indiv&iacute;duos e as coletividades, desafiando o modo tradicional de viver e, por vezes, transtornando o horizonte cultural e social com os quais se confrontam. Com frequ&ecirc;ncia sempre maior, as v&iacute;timas da viol&ecirc;ncia e da pobreza, abandonando as suas terras de origem, sofrem o ultraje dos traficantes de pessoas humanas na viagem rumo ao sonho dum futuro melhor. Se, entretanto, sobrevivem aos abusos e &agrave;s adversidades, devem enfrentar realidades onde se aninham suspeitas e medos. Enfim, n&atilde;o raramente, embatem na falta de normativas claras e pratic&aacute;veis que regulem a recep&ccedil;&atilde;o e prevejam itiner&aacute;rios de integra&ccedil;&atilde;o a breve e a longo prazo, atendendo aos direitos e deveres de todos. Hoje, mais do que no passado, o Evangelho da miseric&oacute;rdia sacode as consci&ecirc;ncias, impede que nos habituemos ao sofrimento do outro e indica caminhos de resposta que se radicam nas virtudes teologais da f&eacute;, da esperan&ccedil;a e da caridade, concretizando-se nas obras de miseric&oacute;rdia espiritual e corporal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na base desta constata&ccedil;&atilde;o, quis que o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2016 fosse dedicado ao tema: &laquo;Os emigrantes e refugiados interpelam-nos. A resposta do Evangelho da miseric&oacute;rdia&raquo;. Os fluxos migrat&oacute;rios constituem j&aacute; uma realidade estrutural, e a primeira quest&atilde;o que se imp&otilde;e refere-se &agrave; supera&ccedil;&atilde;o da fase de emerg&ecirc;ncia para dar espa&ccedil;o a programas que tenham em conta as causas das migra&ccedil;&otilde;es, das mudan&ccedil;as que se produzem e das consequ&ecirc;ncias que imprimem novos rostos &agrave;s sociedades e aos povos. Todos os dias, por&eacute;m, as hist&oacute;rias dram&aacute;ticas de milh&otilde;es de homens e mulheres interpelam a comunidade internacional, testemunha de inaceit&aacute;veis crises humanit&aacute;rias que surgem em muitas regi&otilde;es do mundo. A indiferen&ccedil;a e o sil&ecirc;ncio abrem a estrada &agrave; cumplicidade, quando assistimos como expectadores &agrave;s mortes por sufocamento, priva&ccedil;&otilde;es, viol&ecirc;ncias e naufr&aacute;gios. De grandes ou pequenas dimens&otilde;es, sempre trag&eacute;dias s&atilde;o; mesmo quando se perde uma &uacute;nica vida humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os emigrantes s&atilde;o nossos irm&atilde;os e irm&atilde;s que procuram uma vida melhor longe da pobreza, da fome, da explora&ccedil;&atilde;o e da injusta distribui&ccedil;&atilde;o dos recursos do planeta, que deveriam ser divididos equitativamente entre todos. Porventura n&atilde;o &eacute; desejo de cada um melhorar as pr&oacute;prias condi&ccedil;&otilde;es de vida e obter um honesto e leg&iacute;timo bem-estar que possa partilhar com os seus entes queridos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste momento da hist&oacute;ria da humanidade, fortemente marcado pelas migra&ccedil;&otilde;es, a quest&atilde;o da identidade n&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de import&acirc;ncia secund&aacute;ria. De facto, quem emigra &eacute; for&ccedil;ado a modificar certos aspectos que definem a sua pessoa e, mesmo sem querer, obriga a mudar tamb&eacute;m quem o acolhe. Como viver estas mudan&ccedil;as de modo que n&atilde;o se tornem obst&aacute;culo ao verdadeiro desenvolvimento, mas sejam ocasi&atilde;o para um aut&ecirc;ntico crescimento humano, social e espiritual, respeitando e promovendo aqueles valores que tornam o homem cada vez mais homem no justo relacionamento com Deus, com os outros e com a cria&ccedil;&atilde;o?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De facto, a presen&ccedil;a dos emigrantes e dos refugiados interpela seriamente as diferentes sociedades que os acolhem. Estas devem enfrentar factos novos que podem aparecer imprudentes se n&atilde;o forem adequadamente motivados, geridos e regulados. Como fazer para que a integra&ccedil;&atilde;o se torne um enriquecimento m&uacute;tuo, abra percursos positivos para as comunidades e previna o risco da discrimina&ccedil;&atilde;o, do racismo, do nacionalismo extremo ou da xenofobia?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A revela&ccedil;&atilde;o b&iacute;blica encoraja a recep&ccedil;&atilde;o do estrangeiro, motivando-a com a certeza de que, assim fazendo, abrem-se as portas a Deus e, no rosto do outro, manifestam-se os tra&ccedil;os de Jesus Cristo. Muitas institui&ccedil;&otilde;es, associa&ccedil;&otilde;es, movimentos, grupos comprometidos, organismos diocesanos, nacionais e internacionais experimentam o encanto e a alegria da festa do encontro, do interc&acirc;mbio e da solidariedade. Eles reconheceram a voz de Jesus Cristo: &laquo;Olha que Eu estou &agrave; porta e bato&raquo; (Ap 3, 20). E todavia n&atilde;o cessam de multiplicar-se tamb&eacute;m os debates sobre as condi&ccedil;&otilde;es e os limites que se devem p&ocirc;r &agrave; recep&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o s&oacute; nas pol&iacute;ticas dos Estados, mas tamb&eacute;m nalgumas comunidades paroquiais que veem amea&ccedil;ada a tranquilidade tradicional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante de tais quest&otilde;es, como pode a Igreja agir sen&atilde;o inspirando-se no exemplo e nas palavras de Jesus Cristo? A resposta do Evangelho &eacute; a miseric&oacute;rdia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em primeiro lugar, esta &eacute; dom de Deus Pai revelado no Filho: de facto, a miseric&oacute;rdia recebida de Deus suscita sentimentos de jubilosa gratid&atilde;o pela esperan&ccedil;a que nos abriu o mist&eacute;rio da reden&ccedil;&atilde;o no sangue de Cristo. Depois, a miseric&oacute;rdia alimenta e robustece a solidariedade para com o pr&oacute;ximo, enquanto exig&ecirc;ncia de resposta ao amor gratuito de Deus, que &laquo;foi derramado nos nossos cora&ccedil;&otilde;es pelo Esp&iacute;rito Santo&raquo; (Rm 5, 5). Ali&aacute;s, cada um de n&oacute;s &eacute; respons&aacute;vel pelo seu vizinho: somos guardi&otilde;es dos nossos irm&atilde;os e irm&atilde;s, onde quer que vivam. O cultivo de bons contatos pessoais e a capacidade de superar preconceitos e medos s&atilde;o ingredientes essenciais para se promover a cultura do encontro, onde cada um esteja disposto n&atilde;o s&oacute; a dar, mas tamb&eacute;m a receber dos outros. De facto, a hospitalidade vive do dar e receber.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta perspectiva, &eacute; importante olhar para os emigrantes n&atilde;o somente com base na sua condi&ccedil;&atilde;o de regularidade ou irregularidade, mas sobretudo como pessoas que, tuteladas na sua dignidade, podem contribuir para o bem-estar e o progresso de todos, de modo particular quando assumem responsavelmente deveres com quem os acolhe, respeitando gratamente o patrim&ocirc;nio material e espiritual do pa&iacute;s que os hospeda, obedecendo &agrave;s suas leis e contribuindo para os seus encargos. Em todo o caso, n&atilde;o se podem reduzir as migra&ccedil;&otilde;es &agrave; dimens&atilde;o pol&iacute;tica e normativa, &agrave;s implica&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e &agrave; mera coexist&ecirc;ncia de culturas diferentes no mesmo territ&oacute;rio. Estes aspectos s&atilde;o complementares da defesa e promo&ccedil;&atilde;o da pessoa humana, da cultura do encontro dos povos e da unidade, onde o Evangelho da miseric&oacute;rdia inspira e estimula itiner&aacute;rios que renovam e transformam a humanidade inteira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja coloca-se ao lado de todos aqueles que se esfor&ccedil;am por defender o direito de cada pessoa a viver com dignidade, exercendo antes de mais nada o direito a n&atilde;o emigrar a fim de contribuir para o desenvolvimento do pa&iacute;s de origem. Esse processo deveria incluir, no seu primeiro n&iacute;vel, a necessidade de ajudar os pa&iacute;ses donde partem os emigrantes e pr&oacute;fugos. Assim se confirma que a solidariedade, a coopera&ccedil;&atilde;o, a interdepend&ecirc;ncia internacional e a distribui&ccedil;&atilde;o equitativa dos bens da terra s&atilde;o elementos fundamentais para atuar, em profundidade e com efic&aacute;cia, sobretudo nas &aacute;reas de partida dos fluxos migrat&oacute;rios, para que cessem aquelas car&ecirc;ncias que induzem as pessoas, de forma individual ou coletiva, a abandonar o seu pr&oacute;prio ambiente natural e cultural. Em todo o caso, &eacute; necess&aacute;rio esconjurar, se poss&iacute;vel j&aacute; na origem, as fugas dos pr&oacute;fugos e os &ecirc;xodos impostos pela pobreza, a viol&ecirc;ncia e as persegui&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre isto, &eacute; indispens&aacute;vel que a opini&atilde;o p&uacute;blica seja informada de modo correto, at&eacute; para prevenir medos injustificados e especula&ccedil;&otilde;es sobre a pele dos emigrantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ningu&eacute;m pode fingir que n&atilde;o se sente interpelado pelas novas formas de escravid&atilde;o geridas por organiza&ccedil;&otilde;es criminosas que vendem e compram homens, mulheres e crian&ccedil;as como trabalhadores for&ccedil;ados na constru&ccedil;&atilde;o civil, na agricultura, na pesca ou noutros &acirc;mbitos de mercado. Quantos menores s&atilde;o, ainda hoje, obrigados a alistar-se nas mil&iacute;cias que os transformam em meninos-soldados! Quantas pessoas s&atilde;o v&iacute;timas do tr&aacute;fico de &oacute;rg&atilde;os, da mendicidade for&ccedil;ada e da explora&ccedil;&atilde;o sexual! Destes crimes aberrantes fogem os pr&oacute;fugos do nosso tempo, que interpelam a Igreja e a comunidade humana, para que tamb&eacute;m eles possam ver, na m&atilde;o estendida de quem os acolhe, o rosto do Senhor, &laquo;o Pai das miseric&oacute;rdias e o Deus de toda a consola&ccedil;&atilde;o&raquo; (2 Cor 1, 3).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s emigrantes e refugiados! Na raiz do Evangelho da miseric&oacute;rdia, o encontro e a recep&ccedil;&atilde;o do outro entrela&ccedil;am-se com o encontro e a recep&ccedil;&atilde;o de Deus: acolher o outro &eacute; acolher a Deus em pessoa! N&atilde;o deixeis que vos roubem a esperan&ccedil;a e a alegria de viver que brotam da experi&ecirc;ncia da miseric&oacute;rdia de Deus, que se manifesta nas pessoas que encontrais ao longo dos vossos caminhos! Confio-vos &agrave; Virgem Maria, M&atilde;e dos emigrantes e dos refugiados, e a S&atilde;o Jos&eacute;, que viveram a amargura da emigra&ccedil;&atilde;o no Egito. &Agrave; intercess&atilde;o deles, confio tamb&eacute;m aqueles que dedicam energias, tempo e recursos ao cuidado, tanto pastoral como social, das migra&ccedil;&otilde;es. De cora&ccedil;&atilde;o a todos concedo a B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vaticano, 12 de Setembro &ndash; Mem&oacute;ria do Sant&iacute;ssimo Nome de Maria &ndash; do ano 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Francisco<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: CNBB<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &nbsp; Por ocasi&atilde;o do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, celebrado no domingo, 17 de janeiro, o Vaticano divulgou mensagem do papa Francisco. 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