{"id":1288,"date":"2016-01-30T00:00:00","date_gmt":"2016-01-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/cimi-realiza-formacao-semente-na-terra-e-certeza-de-vida-continuada\/"},"modified":"2016-01-30T00:00:00","modified_gmt":"2016-01-30T00:00:00","slug":"cimi-realiza-formacao-semente-na-terra-e-certeza-de-vida-continuada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/cimi-realiza-formacao-semente-na-terra-e-certeza-de-vida-continuada\/","title":{"rendered":"Cimi realiza forma\u00e7\u00e3o: semente na terra \u00e9 certeza de vida continuada"},"content":{"rendered":"<p>[imagem1]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H&aacute; quase quatro d&eacute;cadas, quando come&ccedil;a um novo ano, re&uacute;nem-se mission&aacute;rios para aprimorar seus conhecimentos sobre os povos ind&iacute;genas, partilhar experi&ecirc;ncias e obter informa&ccedil;&otilde;es que ajudam a aprimorar sua solidariedade e compromisso com os povos ind&iacute;genas em luta pela vida e seus direitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Equivoca-se quem acha que o Curso de Forma&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica &eacute; apenas para jovens mission&aacute;rios, religiosos e leigos. Em 2016 s&atilde;o 37 os participantes do curso, com idade entre 25 e 82 anos, e de nove pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Sul, Europa e &Aacute;frica.<\/p>\n<p><strong>A forma&ccedil;&atilde;o no Cimi<\/strong><br \/>Um dos aspectos relevantes dessa caminhada de 44 anos do Cimi s&atilde;o o zelo e carinho com que estabeleceu a prioridade da forma&ccedil;&atilde;o dos mission&aacute;rios indigenistas. Seus primeiros quadros foram ainda formados na Opera&ccedil;&atilde;o Anchieta (hoje Opera&ccedil;&atilde;o Amaz&ocirc;nia Nativa). Com o tempo o Cimi foi se estruturando a partir dos cursos e encontros de indigenismo, realizados pelo Brasil afora, entre os anos de 1973 a 1977.<\/p>\n<p>No in&iacute;cio, os cursos de forma&ccedil;&atilde;o eram realizados em regi&otilde;es onde havia maior n&uacute;mero de mission&aacute;rios, especialmente na Amaz&ocirc;nia, e por serem grandes as dist&acirc;ncias at&eacute; o centro do pa&iacute;s. Realizaram-se cursos de forma&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica em Manaus e Bel&eacute;m.<\/p>\n<p>Aos poucos o setor de forma&ccedil;&atilde;o da entidade foi tra&ccedil;ando estrat&eacute;gias, tanto para a forma&ccedil;&atilde;o dos mission&aacute;rios como para lideran&ccedil;as e comunidades ind&iacute;genas. Tais estrat&eacute;gias contribu&iacute;ram para que se consolidasse uma presen&ccedil;a solid&aacute;ria e de apoio cada vez mais eficaz &agrave; conquista e consolida&ccedil;&atilde;o dos direitos dos povos ind&iacute;genas.<\/p>\n<p>Semente na terra &eacute; certeza de vida continuada. Vamos estar unidos aos nossos m&aacute;rtires e aos m&aacute;rtires ind&iacute;genas que nos animam e d&atilde;o for&ccedil;a nas lutas e caminhada.<\/p>\n<p>No in&iacute;cio foi tudo muito custoso e dif&iacute;cil. Mas com a estrutura&ccedil;&atilde;o do Centro de Forma&ccedil;&atilde;o Vicente Ca&ntilde;as, em Luzi&acirc;nia, foi dado um passo decisivo para a consolida&ccedil;&atilde;o dos processos formativos e encontros neste espa&ccedil;o.<\/p>\n<p>Hoje o Cimi mant&eacute;m o Curso de Forma&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica em Indigenismo, etapas 1 e 2, cada uma com 20 dias. Al&eacute;m disso, a entidade mant&eacute;m um processo de forma&ccedil;&atilde;o permanente, com estudos, encontros diversos por regi&otilde;es e em n&iacute;vel nacional.<\/p>\n<p><strong>Dom Roque presente<\/strong><br \/>Dom Roque Paloschi, o novo presidente do Cimi, eleito na XXI Assembleia Geral da entidade em setembro do ano passado, partilhou sua experi&ecirc;ncia mission&aacute;ria, particularmente na Diocese de Roraima, de onde foi bispo por v&aacute;rios anos. Com uma atitude de humildade &#8211; &ldquo;espero n&atilde;o atrapalhar&rdquo;-, mas com uma firmeza evang&eacute;lica e pol&iacute;tica de sua miss&atilde;o como presidente do Cimi. Com certeza tamb&eacute;m contribuir&aacute; com os povos ind&iacute;genas de Rond&ocirc;nia, para onde foi nomeado arcebispo de Porto Velho.<\/p>\n<p>Nas reflex&otilde;es que partilhou, enfatizou que &ldquo;n&oacute;s somos evangelizados pelos &iacute;ndios&rdquo;. Chamou a aten&ccedil;&atilde;o para a gravidade do momento para os povos ind&iacute;genas, sendo muitas as pedras no caminho. Mas, segundo dom Roque, isso n&atilde;o provoca em n&oacute;s um desencantamento. Pelo contr&aacute;rio. Deve nos animar na f&eacute; e na esperan&ccedil;a. Particularmente o Cimi, submetido a mais uma Comiss&atilde;o Parlamentar de Inqu&eacute;rito, agora no Mato Grosso do Sul, pela defesa intransigente dos direitos ind&iacute;genas, especialmente seus territ&oacute;rios\/terras, sair&aacute; fortalecido, na certeza de que est&aacute; no caminho certo, como aconteceu por ocasi&atilde;o do processo Constituinte (CPMI 1987).<\/p>\n<p>Ressaltou a import&acirc;ncia de o nosso processo de solidariedade com esses povos ser cada vez mais profundo e fecundo, nos encarnando nas realidades e lutas desses povos, na gratuidade e na nossa m&iacute;stica militante.<\/p>\n<p>Na celebra&ccedil;&atilde;o no final do dia, os participantes da etapa dois, deram seus depoimentos do que est&atilde;o levando de tudo que partilharam e aprenderam nesses dias, tendo sido realizado o ritual do envio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Cimi<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &nbsp; H&aacute; quase quatro d&eacute;cadas, quando come&ccedil;a um novo ano, re&uacute;nem-se mission&aacute;rios para aprimorar seus conhecimentos sobre os povos ind&iacute;genas, partilhar experi&ecirc;ncias e obter informa&ccedil;&otilde;es que ajudam a aprimorar sua solidariedade e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1439,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1288"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1288"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1288\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1439"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1288"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1288"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1288"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}