{"id":1116,"date":"2016-03-25T00:00:00","date_gmt":"2016-03-25T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/cruz-misericordia-vulneravel-2\/"},"modified":"2016-03-25T00:00:00","modified_gmt":"2016-03-25T00:00:00","slug":"cruz-misericordia-vulneravel-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/cruz-misericordia-vulneravel-2\/","title":{"rendered":"CRUZ: MISERIC\u00d3RDIA VULNER\u00c1VEL"},"content":{"rendered":"<p style=\"box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-10402\" src=\"http:\/\/www.revistamissoes.org.br\/wp-content\/uploads\/Crucifixo-e1458041732747.jpg\" alt=\"Crucifixo\" width=\"1800\" height=\"1200\" style=\"box-sizing: border-box; border: 0px; vertical-align: middle; max-width: 100%; margin-top: 0.4em; height: auto; clear: both; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><span style=\"color: rgb(102, 102, 102); font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 33px;\">&ldquo;No mesmo horizonte da miseric&oacute;rdia, viveu Jesus a sua paix&atilde;o e morte, ciente do grande mist&eacute;rio de amor que se realizaria na cruz&rdquo;.&nbsp;<\/span><span style=\"color: rgb(102, 102, 102); font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 33px;\">(Papa Francisco &ndash; Misericordiae Vultus)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><span style=\"font-size: 16px; text-align: start;\">A CRUZ &eacute; o lugar por excel&ecirc;ncia da revela&ccedil;&atilde;o vis&iacute;vel da Miseric&oacute;rdia de Deus. No mist&eacute;rio da Paix&atilde;o do Filho se manifestou radicalmente a Miseric&oacute;rdia do Pai. Na Paix&atilde;o encontramos a Miseric&oacute;rdia de um Deus que desceu e chegou at&eacute; o extremo da fragilidade para manifestar a for&ccedil;a reconstrutora de seu Amor. A Cruz de Jesus expressa de maneira penetrante o Amor Misericordioso do Pai. Ela &eacute; revela&ccedil;&atilde;o do Amor levado at&eacute; &agrave;s &uacute;ltimas consequ&ecirc;ncias. Ela nos fala daquilo que Deus sente por n&oacute;s.<\/span><span style=\"color: rgb(102, 102, 102); font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 33px;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Deus &eacute; capaz de sofrer porque &eacute; capaz de amar. Sua ess&ecirc;ncia &eacute; a MISERIC&Oacute;RDIA&rdquo; (Moltmann).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Amor torna o pr&oacute;prio Deus vulner&aacute;vel e pass&iacute;vel de um sofrimento livre, ativo, fecundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se Deus fosse impass&iacute;vel (incapaz de sofrer) seria tamb&eacute;m incapaz de amar.<\/p>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">De fato, o mist&eacute;rio do &ldquo;amor em excesso&rdquo; de Deus, revelado no sil&ecirc;ncio junto ao sofrimento inocente, chama-se miseric&oacute;rdia compassiva. S&oacute; o amor &eacute; capaz desse sofrimento compassivo. Porque &eacute; Amor puro, Deus usa de paci&ecirc;ncia, de presen&ccedil;a silenciosa, de miseric&oacute;rdia ativa e, assim, salva de forma compassiva toda criatura em seu seio regenerador. S&oacute; Ele &eacute; capaz de assumir para si o sofrimento e a fragilidade humana, abrindo um novo horizonte de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">No Novo Testamento, o mist&eacute;rio da Miseric&oacute;rdia do Pai atravessa toda a experi&ecirc;ncia de Jesus, de sua miss&atilde;o, mas tamb&eacute;m de sua pr&oacute;pria paix&atilde;o e de sua P&aacute;scoa. No sofrimento e morte do Filho h&aacute; a dor de dilacera&ccedil;&atilde;o, fragilidade e sil&ecirc;ncio do Pai, como em dores de parto por uma cria&ccedil;&atilde;o que ainda precisa da compaix&atilde;o e da miseric&oacute;rdia maternal do Criador. Se o Criador sofre em dores de parto por sua cria&ccedil;&atilde;o, nosso sofrimento est&aacute; em suas m&atilde;os, em seu seio. &Eacute; a maternidade divina regeneradora de sofrimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Sem a Cruz seria muito dif&iacute;cil convencer o ser humano do amor misericordioso de Deus, e mais ainda de seu apaixonado interesse por nos salvar. Mas, a partir dela, ser&aacute; sempre poss&iacute;vel dizer ao ser humano que a Cruz de Jesus tem um sentido, e que a &uacute;ltima palavra &eacute; &ldquo;salva&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">No Jesus crucificado se encontram e se reconhecem todos os sofredores inocentes e crucificados da hist&oacute;ria; n&rsquo;Ele se condensam todos os gritos da humanidade sofredora.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A &ldquo;k&eacute;nosis&rdquo; de Jesus nos ensina, portanto, a encontrar Deus nos lugares onde a vida se acha bloqueada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus &ldquo;desceu&rdquo; &agrave;s zonas mais escuras da humanidade &ndash; sofrimentos, fracassos, amarguras, pecados&#8230; &ndash; para sentir como Seu nosso sofrimento e ali falar ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">A primeira coisa que descobrimos ao contemplar o Crucificado do G&oacute;lgota, torturado injustamente at&eacute; &agrave; morte pelo poder pol&iacute;tico-religioso, &eacute; a for&ccedil;a destruidora do mal, a crueldade do &oacute;dio e o fanatismo da mentira. Precisamente a&iacute;, nessa v&iacute;tima inocente, n&oacute;s seguidores de Jesus, vemos o Deus identificado com todas as v&iacute;timas de todos os tempos. Est&aacute; na Cruz do Calv&aacute;rio e est&aacute; em todas as cruzes onde sofrem e morrem os mais inocentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Jesus foi condenado como herege e subversivo, por elevar a voz contra os abusos do templo e do pal&aacute;cio, por colocar-se do lado dos perdedores, por ser amigo dos &uacute;ltimos, de todos os ca&iacute;dos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">&ldquo;Jesus morreu de vida&rdquo;: de bondade e de esperan&ccedil;a l&uacute;cida, de solidariedade alegre, de compaix&atilde;o ousada, de liberdade arriscada, de proximidade curadora&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">&ldquo;Morreu de vida&rdquo;: isso foi a Cruz, e isso &eacute; a P&aacute;scoa. E &eacute; por isso que tem sentido recordar Jesus, olhando as chagas de seu corpo e as pegadas de sua vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">O Crucificado nos revela que n&atilde;o existe, nem existir&aacute; nunca um Deus frio, insens&iacute;vel e indiferente, mas um Deus que padece conosco, sofre nossos sofrimentos e morre nossa morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">A partir da Cruz, Deus n&atilde;o responde o mal com o mal; Ele n&atilde;o &eacute; o Deus justiceiro, ressentido e vingativo, pois prefere ser v&iacute;tima de suas criaturas antes que verdugo.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Despojado de todo poder dominador, de toda beleza est&eacute;tica, de todo &ecirc;xito pol&iacute;tico e de toda aur&eacute;ola religiosa, Deus se revela a n&oacute;s, no mais puro e insond&aacute;vel de seu mist&eacute;rio, como amor misericordioso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&oacute;s crist&atilde;os contemplamos o Crucificado para n&atilde;o esquecer nunca o &ldquo;amor louco&rdquo; de Deus para com a humanidade e para manter viva a recorda&ccedil;&atilde;o de todos os crucificados da hist&oacute;ria.<\/p>\n<\/p>\n<p style=\"box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O que nos assusta diante da Paix&atilde;o de Cristo &eacute; o profundo e estridente &ldquo;sil&ecirc;ncio de Deus&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, o sil&ecirc;ncio de Deus n&atilde;o se deve a que Ele queira calar, mas a que n&oacute;s n&atilde;o podemos escutar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se existe sil&ecirc;ncio, este enraiza-se n&atilde;o no calar de Deus, mas na surdez radical do ser humano.<\/p>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">A Cruz de Cristo revela que Deus continua do lado do inocente sofredor. No sil&ecirc;ncio, Deus n&atilde;o apenas se solidariza, mas sofre &ldquo;em sua pele&rdquo;, identificado com os sofredores, aqueles que sobram&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">&ldquo;Deus sofre&rdquo; com seu Filho; seu cora&ccedil;&atilde;o sangra juntamente com ele na cruz. Se Deus &ldquo;sofre&rdquo;, &eacute; por seu excesso de Amor, desde o princ&iacute;pio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">O sil&ecirc;ncio de Deus na paix&atilde;o do Filho &eacute; a fronteira da esperan&ccedil;a: atr&aacute;s do sil&ecirc;ncio da Cruz, espera, viva e impaciente, a palavra definitiva da Ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Ele acolhe o mist&eacute;rio do mal em seu mist&eacute;rio maior de amor, sem utilizar o revide de vingan&ccedil;a e de poder. Na sua pr&oacute;pria vulnerabilidade, renunciando aos atributos divinos, sobretudo de pot&ecirc;ncia, Deus brilha em atributos que surgem do amor puro e humilde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Para Jon Sobrino, a viv&ecirc;ncia da Miseric&oacute;rdia &eacute; a que impulsiona a Igreja para fora de si mesma, para as margens, onde acontece o sofrimento humano. Uma Igreja configurada pelo &ldquo;Princ&iacute;pio Miseric&oacute;rdia&rdquo; tem for&ccedil;a e coragem para denunciar aqueles que produzem v&iacute;timas, para desmascarar a mentira daqueles que oprimem, para animar e despertar a esperan&ccedil;a daqueles que s&atilde;o as v&iacute;timas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Quando isso ocorre, a Igreja &eacute; amea&ccedil;ada, atacada e perseguida; mas isso mostra que ela se deixou conduzir pelo &ldquo;Princ&iacute;pio Miseric&oacute;rdia&rdquo;. A aus&ecirc;ncia de tais amea&ccedil;as, ataques e persegui&ccedil;&otilde;es significa, por sua vez, que a Igreja n&atilde;o est&aacute; sendo fiel a esta miseric&oacute;rdia reconstrutora que se fez vis&iacute;vel na Paix&atilde;o e Cruz de Jesus Cristo. Se ela leva a s&eacute;rio a miseric&oacute;rdia e deixa transparecer no seu modo de se fazer presente no mundo, ent&atilde;o ela se torna conflitiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Diante do supremo indicador do amor misericordioso de Jesus e do amor do Pai, abre-se para a Igreja uma inesgot&aacute;vel exemplaridade e uma refer&ecirc;ncia &uacute;nica para ser, tamb&eacute;m ela, presen&ccedil;a misericordiosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Textos b&iacute;blicos: Mc 14,43-72 Mc 15<\/p>\n<h5 style=\"box-sizing: border-box; font-family: Lato; font-weight: 300; line-height: 1.5; color: rgb(68, 68, 68); margin-top: 1.5em; margin-bottom: 15px; font-size: 14px; word-wrap: break-word; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><i style=\"box-sizing: border-box;\"><b style=\"box-sizing: border-box;\">Por Pe. Adroaldo<\/b><\/i><\/h5>\n<p><i style=\"box-sizing: border-box;\"><b style=\"box-sizing: border-box;\"><br \/><\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; box-sizing: border-box; margin-bottom: 1em; font-family: Lato; color: rgb(68, 68, 68); line-height: 24px; background-color: rgb(255, 255, 255);\"><span style=\"color: rgb(102, 102, 102); font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 33px;\"><br \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;No mesmo horizonte da miseric&oacute;rdia, viveu Jesus a sua paix&atilde;o e morte, ciente do grande mist&eacute;rio de amor que se realizaria na cruz&rdquo;.&nbsp;(Papa Francisco &ndash; Misericordiae Vultus) A CRUZ &eacute; o lugar por&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1367,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1116"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1116"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1116\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1367"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}