{"id":1041,"date":"2016-04-30T00:00:00","date_gmt":"2016-04-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/reflexao-dominical-a-criativa-arte-da-pacificacao\/"},"modified":"2016-04-30T00:00:00","modified_gmt":"2016-04-30T00:00:00","slug":"reflexao-dominical-a-criativa-arte-da-pacificacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/reflexao-dominical-a-criativa-arte-da-pacificacao\/","title":{"rendered":"Reflex\u00e3o Dominical: A criativa arte da pacifica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; \"><i>[imagem1]<\/i><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; \"><i><br \/><\/i><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; \"><i>&ldquo;Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: mas n&atilde;o a dou como omundo&rdquo;<\/i> (Jo 14,27) <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A paz &eacute; um dos dons comunicadopelo Ressuscitado, e como &ldquo;seres ressuscitados&rdquo;, somos desafiados a uma vis&atilde;omais aprofundada, pessoal e coletiva, sobre o sentido e a for&ccedil;a mobilizadora dapaz. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Infelizmente, todos os diasaparecem, nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, mais motiva&ccedil;&otilde;es para a viol&ecirc;ncia do queraz&otilde;es para a paz. Entretanto, precisamos afirmar: &ldquo;n&atilde;o fomos feitos para aviol&ecirc;ncia&rdquo;. Nosso cora&ccedil;&atilde;o &eacute; habitado por um desejo profundo de paz: &ldquo;Felizes osque promovem a paz!&rdquo; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Como seguidores do &ldquo;Pr&iacute;ncipe daPaz&rdquo;, devemos primar por construir &ldquo;espa&ccedil;os de paz&rdquo; e sermos presen&ccedil;apacificadora: paz que vem do alto, que aquece nossos cora&ccedil;&otilde;es, plenifica nossasrela&ccedil;&otilde;es e se expande, tal como perfume, em todas as dire&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Paz, portanto, &eacute; aspira&ccedil;&atilde;ocong&ecirc;nita do ser humano. Nosso cora&ccedil;&atilde;o humano foi feito para a paz e anseia aconviv&ecirc;ncia harmoniosa com Deus, com o cosmos, com os nossos semelhantes. &Eacute;processo intermin&aacute;vel. Paz &eacute; s&iacute;ntese de bens, &eacute; sinfonia inacabada, arte social,estado de esp&iacute;rito que gera a comunh&atilde;o.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&ldquo;Paz soa suave ao ouvido,saborosa ao paladar, macia ao tato, perfumada ao olfato, sonhadora aos olhos.&ldquo;Onde est&aacute; o olhar, a&iacute; est&aacute; o amor&rdquo;. Nosso olhar volta-se para o mundo da paz,porque a&iacute; est&aacute; o nosso cora&ccedil;&atilde;o, o nosso amor&rdquo; (Pe. Libanio). <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Na raiz b&iacute;blica do termo&ldquo;shalom&rdquo;,&nbsp; (em latim&nbsp; &ldquo;pax&rdquo;) est&aacute; a ideia de &ldquo;algo completo,inteiro&rdquo;.&nbsp; Paz significa o que &eacute;integral, o que plenifica a vida. A paz pertence &agrave; plenitude, &agrave; completude,enquanto a viol&ecirc;ncia est&aacute; do lado da falta, da car&ecirc;ncia, do incompleto. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Paz reflete harmonia consigo,boas rela&ccedil;&otilde;es com os outros, alian&ccedil;a com Deus, enquanto a viol&ecirc;ncia infeccionaos relacionamentos, contamina a conviv&ecirc;ncia, rompe os conv&ecirc;nios, exclui os maisfracos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">H&aacute; mil&ecirc;nios esta palavra ressoa eecoa na hist&oacute;ria dos povos. In&uacute;meros homens e mulheres a cultivam secretamenteno cora&ccedil;&atilde;o. Todos a invocam. Muitos d&atilde;o a vida, defendendo-a&#8230; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">N&atilde;o h&aacute; paz sem liberdade, n&atilde;o h&aacute;paz sem verdade. A paz aut&ecirc;ntica cont&eacute;m densidade humana. &Eacute; paz de consci&ecirc;nciainocente dos justos que fazem o bem, dos profetas que se arriscam em favor dosoutros.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Paz &eacute; humanidade alegre,espont&acirc;nea, confiante.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Paz n&atilde;o &eacute; sossego, n&atilde;o &eacute;concordismo, nem cumplicidade.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Paz requer bravura. Somente o serhumano amante da paz &eacute; realmente &ldquo;perigoso&rdquo;, n&atilde;o o violento.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Mas, a paz ainda n&atilde;o encontrouespa&ccedil;o para ser a companheira de estrada em nosso cotidiano. Permanece apromessa prof&eacute;tica de que ela habitar&aacute; na nossa terra. Assim, o que parecesonho imposs&iacute;vel, reina desde sempre no cora&ccedil;&atilde;o do Senhor, amante da Paz e serealizar&aacute;, gra&ccedil;as &agrave;quelas pessoas revolucion&aacute;rias, que acreditam, desejam erealizam a paz. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Paz &ldquo;solid&aacute;ria&rdquo; que abra&ccedil;a osexclu&iacute;dos; paz &ldquo;resist&ecirc;ncia&rdquo; que n&atilde;o se acovarda; paz &ldquo;aud&aacute;cia&rdquo; que n&atilde;o seamedronta; paz &ldquo;limpa&rdquo; que n&atilde;o corrompe a &eacute;tica; paz &ldquo;prof&eacute;tica&rdquo; que encarna ajusti&ccedil;a; paz &ldquo;rebelada&rdquo; que n&atilde;o se dobra; paz &ldquo;est&eacute;tica&rdquo; que revela a face belada nova humanidade&#8230;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Na carta de S. Paulo aos Ef&eacute;sios,Cristo &eacute; chamado &ldquo;a nossa paz&rdquo; (Ef. 2,14). <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>A paz &eacute; caracter&iacute;stica do reinomessi&acirc;nico que Jesus inaugurou<\/b>. Os disc&iacute;pulos, nas suas andan&ccedil;as, saudavamdesejando a paz l&aacute; onde entravam, na esperan&ccedil;a de encontrar filhos da paz. Docontr&aacute;rio, a paz voltava a eles (Mt. 10,13). Jesus solenemente nos deixa a paz,nos d&aacute; a paz. Ela &eacute; fruto do seu Esp&iacute;rito. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A liturgia, ao traduzir o melhordesejo para os mortos, diz simplesmente: &ldquo;descansem em paz!&rdquo; E que nesse mundoda paz brilhe a luz perp&eacute;tua. Paz e luz comungam entre si.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Quem tem paz irradia luz.<\/b> Quemvive na luz constr&oacute;i a paz. Paz expansiva, paz que &eacute; respira&ccedil;&atilde;o da vida, pazmarcada pela esperan&ccedil;a. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Paz, um bem escasso, mas um bemt&atilde;o precioso que &eacute; sempre desejado, para que a vida se torne um pouco maisplena e com sentido: paz interior, paz na fam&iacute;lia, paz nas rela&ccedil;&otilde;es detrabalho, paz na a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e paz entre os povos. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Uma &oacute;tima defini&ccedil;&atilde;o de paz aencontramos na Carta da Terra ao afirmar: &ldquo;a paz &eacute; a plenitude criada por&nbsp; rela&ccedil;&otilde;es corretas consigo mesmo, com outraspessoas, outras culturas, outras formas de vida, com a Terra e com o Todo doqual fazemos parte&rdquo; (n. 16). <b>A paz n&atilde;o &eacute; algo que existe por si mesma, n&atilde;obrota de forma espont&acirc;nea, mas que deve ser preparada e cultivada. Isso &eacute; o queJesus fez, ao proclamar, com sua vida, a chegada da paz messi&acirc;nica. Ela &eacute; oresultado de rela&ccedil;&otilde;es misericordiosas com as diferentes realidades que nosrodeiam. <\/b>Sem estas rela&ccedil;&otilde;es misericordiosas nunca desfrutaremos a paz. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A paz que Jesus nos comunica n&atilde;ose atemoriza frente &agrave; dor, nem se desaba quando aparecem situa&ccedil;&otilde;es adversas.Abra&ccedil;a estados de &acirc;nimo contradit&oacute;rios, n&atilde;o se identifica com os altos e baixosdas circunst&acirc;ncias, transcende o imediato. &Eacute; a paz que supera toda raz&atilde;o,porque brota das profundezas do ser humano como &ldquo;beatitude original&rdquo;, for&ccedil;aexpansiva de humaniza&ccedil;&atilde;o e revela&ccedil;&atilde;o do Mist&eacute;rio que somos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&ldquo;A minha paz vos dou&rdquo;. Jesus querque seus disc&iacute;pulos vivam desta mesma paz que puderam ver nele, fruto de suauni&atilde;o &iacute;ntima com o Pai e da profunda comunh&atilde;o com os mais exclu&iacute;dos. Jesus &eacute;pacificador porque ama sem impor-se, a partir dos mais pobres; &eacute; pacificadorporque n&atilde;o responde &agrave; viol&ecirc;ncia com viol&ecirc;ncia, porque &eacute; manso e puro decora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&Eacute; evidente que, no contexto deuma sociedade produtivista, consumista, competitiva, indiferente,preconceituosa e nada cooperativa, n&atilde;o pode haver paz. Quando muito umapacifica&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada, por imposi&ccedil;&atilde;o. Como crist&atilde;os temos que criar politicamenteoutro tipo de sociedade fundada nas rela&ccedil;&otilde;es justas entre todos, com a natureza,com a M&atilde;e Terra e com o Todo que nos sustenta. Ent&atilde;o florescer&aacute; a paz que atradi&ccedil;&atilde;o &eacute;tica definiu como &ldquo;a obra de justi&ccedil;a&rdquo;. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A paz nasce no cora&ccedil;&atilde;o daquelesque se deixam conduzir pelo mesmo Esp&iacute;rito de Jesus. O ponto de partida da pazcrist&atilde; &eacute; a experi&ecirc;ncia da vida como gratuidade, ou seja, como dom recebido deDeus, presente de Sua vida e Seu amor sobre a humanidade ferida por tantosconflitos. O Deus Criador s&oacute; atua atrav&eacute;s da paz e pede que sejamos mananciaisde paz. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Na perspectiva do Evangelho, a pazdeve ser compreendida e vivida como &ldquo;bem-aventuran&ccedil;a&rdquo; (paz interior), que seabre e se expressa na busca da pacifica&ccedil;&atilde;o externa. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Inspirados no modo de viver deJesus, podemos nos revestir das seguintes &ldquo;bem-aventuran&ccedil;as&rdquo; como horizonte ecaminho de pacifica&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; Bem-aventurados aqueles quevivem a paz como um compromisso com a verdade, e caminham pelas sendas daconc&oacute;rdia, do di&aacute;logo, da acolhida do diferente;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; Bem-aventurados aqueles quechegaram a compreender que a paz e a justi&ccedil;a caminham de m&atilde;os dadas;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; Bem-aventurados aqueles que,inspirados na arte da pacifica&ccedil;&atilde;o de Jesus e de tantos profetas da paz,descobriram o valor da n&atilde;o viol&ecirc;ncia e a vivem cada dia;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; Bem-aventurados aqueles cujapresen&ccedil;a pacificadora se empenham por superar disc&oacute;rdias, solucionar conflitos,reconstruir rela&ccedil;&otilde;es;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; Bem-aventurados aqueles queafastam de seu cora&ccedil;&atilde;o as sementes do &oacute;dio, da ofensa, do preconceito;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; Bem-aventurados aqueles que, emseu compromisso em favor da paz, n&atilde;o abandonam a ternura, a proximidade, aaten&ccedil;&atilde;o compassiva&#8230; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Texto b&iacute;blico:&nbsp; Jo 14,23-29 <\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Na ora&ccedil;&atilde;o:<\/b> H&aacute; lugares em nossointerior que n&atilde;o s&atilde;o visitados. H&aacute; fronteiras, h&aacute; arame farpado e &eacute; por a&iacute; quedeve come&ccedil;ar a constru&ccedil;&atilde;o da paz.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Jesus revela que a paz &eacute; umtrabalho muito paciente, de artesanato. Ele era um artes&atilde;o, um carpinteiro. Elesabia que para ser mestre na arte de fazer m&oacute;veis era preciso saber aplainarmuito bem. A paz come&ccedil;a nesta arte de aplainar as arestas em cada um de n&oacute;s;isso significa construir a paz em nossas diferentes dimens&otilde;es: corporal,mental, afetiva, espiritual&#8230; H&aacute; divis&otilde;es e conflitos em nosso interior; &eacute;dif&iacute;cil fazer a paz entre nossa raz&atilde;o e nosso cora&ccedil;&atilde;o, entre o nosso instinto ea nossa afetividade&#8230; mas n&oacute;s podemos, pacientemente construir a paz docora&ccedil;&atilde;o. Paz que &eacute; respira&ccedil;&atilde;o da vida.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Da nossa interioridade brota apaz que se projeta na rela&ccedil;&atilde;o com os outros, construindo o&aacute;sis de acolhida.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; O que prevalece na sua presen&ccedil;ajunto aos outros: pac&iacute;fica, harmoniosa, inspiradora&#8230; ou conflituosa,violenta, excludente, preconceituosa&#8230;?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&#8211; O contexto social e pol&iacute;ticoque estamos vivendo tem gerado muitas divis&otilde;es, &oacute;dios, preconceitos&#8230; O quevoc&ecirc; tem feito para contribuir com um ambiente mais pacificado, onde as vis&otilde;esdiferentes sejam respeitadas? <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Por: Pe. Adroaldo Palaoro sj<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &ldquo;Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: mas n&atilde;o a dou como omundo&rdquo; (Jo 14,27) &nbsp;&nbsp; A paz &eacute; um dos dons comunicadopelo Ressuscitado, e como &ldquo;seres ressuscitados&rdquo;, somos desafiados a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2085,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1041"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1041"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1041\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2085"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1041"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1041"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1041"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}