{"id":1031,"date":"2016-05-05T00:00:00","date_gmt":"2016-05-05T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/maio-dos-andores-das-flores-maio-de-maria\/"},"modified":"2016-05-05T00:00:00","modified_gmt":"2016-05-05T00:00:00","slug":"maio-dos-andores-das-flores-maio-de-maria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/maio-dos-andores-das-flores-maio-de-maria\/","title":{"rendered":"Maio dos andores, das flores, maio de Maria"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ao lan&ccedil;armos nossos olhos para anatureza notabilizamos que o m&ecirc;s de maio carrega em si um significado especialcom o germinar do outono, visto que &eacute; uma esta&ccedil;&atilde;o oportuna para acompanhar omovimento das folhas que est&atilde;o sendo levadas pelo vento e ao mesmo tempo dandolugar ao novo, que ainda escondido, se prepara para colorir e encantar o mundona primavera. Podemos dizer que o outono &eacute; o &ldquo;ano novo&rdquo;, ou se preferir, oadvento da natureza que em sil&ecirc;ncio e anonimamente, garante a sua metamorfosepara inaugurar um novo tempo.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">J&aacute; pela nossa f&eacute;, o m&ecirc;s de maioganha um sentindo mais &ldquo;jardinal&rdquo;, feminino e materno ao evocarmos a figura deMaria Sant&iacute;ssima, a rosa magn&iacute;fica no jardim do c&eacute;u, a m&atilde;e de Jesus. Podemosdizer que ela foi\/fez parte do &ldquo;outono&rdquo; da hist&oacute;ria da salva&ccedil;&atilde;o. Foi o seu simque proporcionou ao mundo um novo tempo, um novo rosto, um novo jeito de sergente, Jesus.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Nas muitas comunidades cat&oacute;licas,o m&ecirc;s de maio &eacute; diferente e colorido: t&ecirc;m flores, t&ecirc;m emo&ccedil;&otilde;es, t&ecirc;m reza, t&ecirc;mcanto; andores, altares, anjos, teatros, tudo adornado de delicadeza, beleza esimplicidade. Tudo para homenagear a mulher que Deus mesmo escolheu para gerar,criar, educar, proteger e amar aquele que foi e que &eacute; o Redentor de toda ahumanidade.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Maio pode ser descrito como o m&ecirc;sda ternura. O m&ecirc;s em que os muitos filhos (as), perdidos na correria docotidiano, param, presenteiam e valorizam um pouco mais a sua casa, o seutemplo, a sua morada, sua M&atilde;e. Ao refletirmos sobre a figura materna de Maria,com suas infind&aacute;veis manifesta&ccedil;&otilde;es devocionais populares, somos convidados acontemplar estas pr&aacute;ticas religiosas, n&atilde;o apenas para alimentar nossas devo&ccedil;&otilde;ese nossa piedade popular, mas tamb&eacute;m para solidificar, atrav&eacute;s das contas doter&ccedil;o, da participa&ccedil;&atilde;o das prociss&otilde;es, das can&ccedil;&otilde;es, etc. a nossa fidelidade ecompromisso com a exigente din&acirc;mica do Reino de Deus, inaugurada pelo Filho.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As manifesta&ccedil;&otilde;es religiosas nosatraem pela beleza, pelas emo&ccedil;&otilde;es, pelas tradi&ccedil;&otilde;es e at&eacute; mesmo pela heran&ccedil;acultural das quais tantas gera&ccedil;&otilde;es de crist&atilde;os foram introduzidos desde a tenraidade. Todavia, isso n&atilde;o &eacute; o bastante para nos fazer mais &iacute;ntimos e disc&iacute;pulosde Jesus. Maria deve ser homenageada n&atilde;o apenas pelo fato de ter acolhido noseu ventre o Verbo de Deus, mas porque em tudo se fez &ldquo;a serva do Senhor&rdquo;. Agravidez foi recheada de vicissitudes, quando a crian&ccedil;a nasceu e o rebentocorria risco de vida, fugiu com Jos&eacute; para o Egito para escapar da sanhaassassina de Herodes; teve pressa em servir a prima Isabel, acompanhou Jesus nasua incans&aacute;vel atividade mission&aacute;ria, suportou com inigual&aacute;vel f&eacute; ospadecimento de Jesus no Calv&aacute;rio e na cruz, estando tamb&eacute;m presente no nascimentoda Igreja. Maria foi, sobretudo, uma disc&iacute;pula ass&iacute;dua e comprometida na miss&atilde;ode viver e anunciar o evangelho da vida.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os andores e os altares enaltecempessoas que se notabilizaram pelo hero&iacute;smo na viv&ecirc;ncia das virtudesevang&eacute;licas. N&atilde;o &eacute; por acaso que s&atilde;o venerados e apresentados como &ldquo;modelo&rdquo;para os fi&eacute;is. Maria &eacute; amada e querida pelo povo de Deus. Bem diferente &eacute; asorte de tantos fantoches que s&atilde;o elevados &agrave; categoria de &ldquo;celebridade&rdquo; e\/ou&iacute;dolos no Pantheon do paganismo moderno.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Que o m&ecirc;s de maio sirva de ensejopara nos debru&ccedil;armos ainda mais sobre a singela e doce figura da nossa M&atilde;e,Maria, que assumiu os rostos dos v&aacute;rios povos e &eacute; nossa intercessora junto aJesus, nas dificuldades e fadigas desta vida. Concluo com a bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o deFaf&aacute; de Bel&eacute;m:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">&ldquo;Ave Maria, dos seus andores,rogai por n&oacute;s, os pecadores, aben&ccedil;oai estas terras morenas Seus rios, seuscampos e as noites serenas, aben&ccedil;oai as cascatas, e as borboletas que enfeitamas matas. Ave Maria cremos em v&oacute;s, Virgem Maria rogai por n&oacute;s, ouvi as precesmurm&uacute;rios de luz que aos c&eacute;us ascendem e o vento conduz, conduz a v&oacute;s VirgemMaria, rogai por n&oacute;s&rdquo;!<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Por: Vinicius Paula Figueira \/ Fonte: A12<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao lan&ccedil;armos nossos olhos para anatureza notabilizamos que o m&ecirc;s de maio carrega em si um significado especialcom o germinar do outono, visto que &eacute; uma esta&ccedil;&atilde;o oportuna para acompanhar omovimento das folhas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1164,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1031"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1031"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1031\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1031"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1031"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1031"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}